Os desatinos vão e voltam na História. E antes de entrar no assunto, quero que a leitora não faça bico, não bata o pé nem me mande longe. O assunto que lhe vou propor é para ser pensado, não para brigar. Certo? Obrigado.

É o seguinte, vejo todos os dias num certo canal de televisão um produto essencialmente feminino, um produto de tortura, um produto medieval, mas... Que voltou a ser moda. Moda para quem? Para as mulheres que não se respeitam. E quem são essas mulheres? Bolas, a maioria...

A leitora já ouviu falar em “corset”? Esse corset é um dispositivo que a mulher usa por baixo das roupas, usa na cintura, para ficar com cintura de “violão”, como se dizia no passado das mulheres bem desenhadas na cintura.

Um verdadeiro instrumento de tortura a que as mulheres se submetiam para ficar mais bonitas, mais “desejadas”, afinal, quem não tivesse cintura de violão seria uma feia, um pilão.

Não sou eu a dizer, foram multidões no passado, agora e sempre. O que me incomoda na volta dos tais “corsets” é que são sempre elas a usar e a submeter-se a esses suplícios. Imagine um homem barrigudo usando um corset para parecer menos barrigudo, imagine...

As mulheres em décadas passadas usavam naturalmente essas “cintas” apertadas, de elástico, mal respiravam, tinham problemas circulatórios, digestivos, o diabo, mas... Andavam na linha, na linha dos homens. O tempo passou, muitas mulheres gritaram Independência ou Morte, mas... Estão voltando ao suplício.

Dia destes, uma “modelo” dessas cintas, os tais corsets, disse que as usando mal dá para respirar. Ah, mas muitas vão se submeter ao sofrimento, vale tudo para ficarem “violão” diante dos olhos dos mimimis das mamães, os homens de hoje.

Os vendedores desses corsets dizem que é para a mulher ficar mais sensual, ter a coluna mais reta, a barriga encolhida, costelas e cintura na linha... – Ah, é? Então que deem essas cintas para... Olhe que eu digo...  Agora, quem tem que dizer isso não sou eu, são elas.

A leitora talvez não lembre, talvez não saiba, mas ontem (e ainda hoje) homens com dinheiro faziam de suas mulheres cabides. Elas andavam com eles exibindo roupas e joias caras para que os circunstantes soubessem que ele era rico... E elas umas pobres-bichos. Que as “empoderadas” reajam, gritem. Credo, perco meu tempo.

 

Horror

Americanos da área da saúde descobriram que a onda de suicídios de hoje em dia por lá tem origem em 47% das vezes em questões de relacionamentos. E o que são relacionamentos? Somos nós e os que nos cercam, os que nos cercam mais de perto. Ter amigos faz bem à vida, “Amigos”, eu disse. Mas enlouquecer por questões de relacionamentos “amorosos” é refinada estupidez. Lutar para que ele ou ela nos ame é um “tiro” certo contra a dignidade e a felicidade.

 

Frase

A frase me caiu ao colo, estava dentro de um livro. Dizia que – “Erra aquele que não começa a aprender por supor que já é tarde”. Ao que, acrescento: - E ao começar a ler, estudar e aprender essa pessoa vai logo descobrir uma cáustica verdade: como foi burra até então.

 

Falta Dizer

Ontem ouvi um sujeito dizer uma frase que me fez pensar, não que a frase fosse nova. O sujeito disse que a vida não é curta, nós é que ficamos “mortos” por muito tempo na vida. Um modo interessante de dizer da nossa perda de tempo, bah, é o que mais perdemos na vida. Vou, não vou, posso, não posso... E o tempo passando. Burros.

 

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