Vou resumir uma história que me foi enviada por uma pessoa que diariamente ouve a rádio 105 FM, de Jaraguá do Sul, onde também faço comentários todas as manhãs. Mais ou menos assim, a história:

Um professor universitário não aguentava mais as ideias socialistas de seus alunos, alunos que enfatizavam o valor das esquerdas políticas, dos costumes socialistas, do comunismo mesmo.

Esses rapazes, e eram eles, pregavam a “redistribuição” de renda, o enfrentamento aos ricos, ao capitalismo, ideias típicas dos perdedores existenciais, dos que nada são e nunca vão ser, sempre acomodados na sombra alheia.

O professor perdeu os cadernos e fez uma proposta aos alunos:

“Vocês querem o socialismo, a divisão das riquezas, isso e mais aquilo, certo? Então, vamos fazer o seguinte, daqui em diante as notas obtidas por cada um de vocês serão todas somadas e o resultado dividido pelo número de alunos em sala de aula, topam”?

Ah, era o socialismo em sala de aula, todos toparam, esfregando as mãos.

Passado o primeiro mês, vieram as notas, algumas mais baixas e outras mais altas. O que aconteceu? Os alunos que tiravam nota 10 passaram a dividi-la com alunos que tiravam cinco ou seis. E assim foi, a cada mês as notas caíam mais e mais na média.

Ocorria que os alunos que estudavam pouco passaram a estudar menos, afinal, eles tinham suas notas elevadas pelas notas dos alunos que davam duro, estudando.

No entanto, o que poucos imaginavam é que os bons alunos, decepcionados com suas notas diminuídas em razão da divisão pelo número de colegas, perderam o ânimo e foram estudando cada vez menos, não valia a pena estudar muito, a nota viria rebaixada mesmo. E assim foi.

Com o passar do tempo e o desestímulo dos bons alunos, as notas de todos foram minguando e todos acabaram no ZERO. É o que acontece no pútrido socialismo quando se joga pedras nas costas dos bem-sucedidos, dos esforçados, dos que levantam cedo e geram empregos para os “menores”.

Desestimulando-se os bravos, nada vai sobrar para os “socialistas”, para os que querem o sumiço das desigualdades liquidando com os que geram empregos e possibilitam a igualdade.

Querem o socialismo, seus visionários de parada de ônibus? Vão acabar comendo... Isso mesmo! Melhor política é aquela do: a cada um segundo suas obras.

Influências

Para que alguém influencie uma pessoa, esse alguém precisa provocar admirações por sua alta competência em alguma coisa. E o que se vê na modernidade dos nadas? A multiplicação de “influencers” pelas redes sociais.

Influenciadores do quê, sobre quem? Influenciadores do nada sobre os nadas. Influencers e coaches psicoterapeutas clínicos estão na área. Afinal, há bobos para tudo. Os “nadas” estão de plantão. E os “conselhos” não veem...

Fotos

Ele é conhecidíssimo, já fez novelas, filmes, vive nos Estados Unidos... E ela faz documentários especiais para a TV, jovem e linda.

Numa reportagem do UOL, um resumo da vida do casal durante a quarentena, onze fotos deles juntos.

Em todas as fotos, só ela aparecia fazendo poses de amor para ele, agarradíssima, fazendo biquinhos e revirando os olhos. Mais uma trouxa. E eles ficam só exibindo a posse... Coitadas!

Falta dizer

Assino embaixo. Diz um conceituado médico paulista, num jornal de São Paulo: - “Muitos médicos (eu digo a maioria...) não prestam atenção, não ouvem seus pacientes, não estão realmente interessados, isso gera problemas”.

Mais que problemas, doutor, isso tipifica a medicina comercializada, prostituída, degradada. Identificar esses sem vocação e “conversar” com eles, à moda dos galpões...

 

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