Algumas mulheres, mulheres não, mulherezinhas, isso sim, andam fazendo bico para a ausência de nomes femininos no governo Temer. Não há mulheres no Ministério. E daí, que diferença isso faz? – “Ah, mas é discriminação, é machismo, é desconsiderar a força da mulher, é isso e mais aquilo...” – Ora, que não diga bobagem quem diz isso. Não é mulher no Ministério que vai fazer diferença para a cidadania das mulheres brasileiras, mas a educação de pai e mãe às meninas, aí sim. Mulher que foi educada e se educa para ser mulher cidadã, livre, independente, mulher que não precisa de ninguém para lhe “cuidar” ou fazer atravessar a rua... não precisa de proteção de governo nem de ninguém. Esse tipo de mulher se impõe, não espera ou admite que lhe imponham este ou aquele direito. Será que é preciso dizer isso? Santo Deus, as desatentas não sabem disso ainda? Quantas vezes já disse aqui que a mulher só vai conquistar sua independência e plena liberdade cidadã se estudar, se qualificar para um trabalho e se tornar financeiramente independe, só assim. A maioria das estultas coloca entre essas condições o casamento, ah, as “aéreas” não admitem andar ou ficar sozinhas, é preciso um macho, machinho, um impotente qualquer ao seu lado para que se considere alguma coisa. Coitadas as desses tipos. Essa história, uma invenção atual, de que em todas as situações e instituições é preciso que haja tipos humanos de todos os tipos é uma refinada tolice. Dependendo da situação ou instituição só devem estar alistados os nomes que de fato se ajustem às necessidades, sem proteções ou artificialismos para incluir a todos. Isso não existe, ou não deve existir. Vale para os Ministérios. Vale para tudo, que fique claro. Sem essa de que todos somos iguais, somos e não somos, depende. Mas a questão aqui é a mulher. Vivo dizendo, chato de tanto repetir, que a liberdade ou igualdade da mulher na sociedade só acontece com as meninas que foram educadas pelos pais para serem cidadãs completas e por si mesmas, sem precisar de ajudas de quem quer que seja e menos ainda de um homem ou homens. Certo? Acho bom. Mas estou com uma “pequena” dúvida, penso ter mais uma vez perdido meu tempo...

LEIA A COLUNA COMPLETA NA VERSÃO DIGITAL DO JORNAL O CORREIO DO POVO