Não tendo o que fazer (mais uma vez...) fui mexer na minha caixa de recortes, tiras de jornal e revistas, anotações, de tudo um pouco, mas há quem não acredite nessa caixa, apostam que digo isso para fazer tipo, que tudo o que tenho está no computador. Bah!

Como disse, não tendo o que fazer fui até ela. E ela, como dama bem-educada, me ajudou com duas frases. Antes de dizer dessas frases, devo lembrar que várias pesquisas já foram feitas e levaram os resultados para um mesmo ponto: se vivêssemos sozinhos numa ilha lá no meio do Pacífico seríamos felizes.

– “Ah, Prates, não digas bobagens, como poderia ser feliz longe de tudo e de todos”? Só passando por essa prova para saber da verdade. Será? Roupas, precisaríamos? Só no frio. Carros, joias, grifes... Nada.

Além disso, ninguém para nos impor qualquer tipo de conduta, nada de comparações ou desejos tolos, como os que costumamos ter no nosso aqui e agora da sociedade doente em que vivemos. – Ah, sim, as frases.

As frases eram estas: 1ª - “Quando parar de trabalhar, divirta-se”. O que é divertir-se? Sem ninguém por perto, me vou divertir com qualquer coisa, não seria comparado a ninguém, nem me iria comparar. Eu comigo mesmo, você com você mesma...

Nossas diversões costumam ser modismos, tolices coletivas que levam ao nada senão a graves frustrações. Raros são os que voltam felizes de um passeio. Costumeiramente, voltam com a ideia de que tudo podia ter sido melhor...

E a 2ª frase é esta: - “Não é o remédio que cura, é a expectativa”. Expectativa é fé, ou a temos, ou não a temos. Na dúvida, nenhum remédio produz cura, mesmo que o paciente esteja inconsciente, nesse caso a “cura” será momentânea e apenas do corpo físico.

Passados alguns dias, o paciente voltará ao descrédito e terá uma recaída. Isso é o que diz a psicologia do inconsciente. Quer dizer, sem ninguém por perto e cheios de fé seríamos saudáveis e felizes. Não é o remédio que produz cura, mas o que pensamos desse remédio para a cura...

Enfim, quando não há ninguém por perto não temos razões para enlouquecermos... – Ah, mas isso não é real, Prates! Em princípio parece que não, ocorre que tudo o que hoje vivemos resulta das promiscuidades dos que nos cercam e condicionam e de nossas próprias loucuras geradas pelas comparações e desejos fúteis.

Pessoas

Há dois tipos de pessoas: as seguras e as inseguras. Muitas pessoas depois de passarem pelo casamento vivem sozinhas e felizes. Outras precisam de alguém por perto para dormir sossegadas à noite, inseguras. E isso tem cura? Não, não tem.

A pessoa pode sujeitar-se, engolir o medo, mas não terá sossego. E de onde veio essa insegurança/medo? Veio dos ensinamentos dos mais velhos que cercaram a criança do nascimento aos cinco anos. Desastre irremediável.

Crime

Aviso aos navegantes... São crimes hediondos contra a segurança de motoristas e pedestres os recapeamentos de ruas e avenidas e a não pintura imediata das sinalizações das lombadas. Crime muitíssimo comum. Crime. Os motoristas precisam reagir de imediato contra esses perigosíssimos desrespeitos. Irresponsáveis!

Falta dizer

Pesquisas internacionais garantem que trabalhadores que trabalham com uniforme são mais entusiásticos e produtivos que os demais. O uniforme confere identidade de grupo, orgulho de pertencimento.

O uniforme traz consciência profissional permanente e condiciona a bons comportamentos. Será por isso que os exércitos têm atravessado os séculos? Todas as empresas tinham que ter uniforme. Todas.

 

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