Ouvi uma história há muitos anos e não a esqueci, não no essencial, penso.

Era a história de duas mulheres que disputavam uma mesma criança, recém-nascida. Cada uma delas dizia que a criança era sua, o juiz ouvia e não sabia em quem acreditar. Alguém devia estar mentindo. Mas as duas mulheres eram bem enérgicas na disputa pela criança.

Sem outra saída, o magistrado pediu a um assessor que procurasse por um machado, ele cortaria a criança ao meio, cada mulher levaria uma metade.

Ao ouvir isso, uma das mulheres deu um grito: - “Não faça isso, dê a criança para ela”! A outra mulher ficou quieta. E o juiz não pensou mais, mandou que a criança fosse levada pela mulher que não admitiu o corte da criança em duas metades. Essa devia ser a mãe verdadeira.

Mais ou menos isso, a história. Faz muito tempo que a ouvi, na infância.

Vim até aqui, leitora, porque acabei de ler uma história nada parecida, mas... Que me fez lembrar dela. A história de um pai com dois filhos, um garoto e uma garota. A história estava num jornal de São Paulo. Vou usar de nomes fictícios.

O zelador “Luiz...” tem dois filhos, o João e a Maria. João é dois anos mais novo que a Maria, mas o pai decidiu que ele iria primeiro para a universidade, as mensalidades eram muito caras para o pai pagar ao mesmo tempo, duas mensalidades.

Encurtando a história, Maria só entrou na faculdade aos 25 anos, ficou esperando pelo irmão se formar. A pergunta que faço: por que o pai decidiu que o filho entraria por primeiro na universidade?

Ora, porque é homem. E os homens, para os homens pais, sempre têm preferência, afinal, as mulheres podem casar... É o que devem pensar. E as mães dão toda força. É o que vejo generalizadamente.

De minha parte, eu teria feito, a exemplo da história que contei, um sorteio. Chamados os dois filhos, exposta a situação financeira difícil do pai, um sorteio, quem o vencesse entraria por primeiro na faculdade. E dormiria tranquilo à noite.

Quantos os filhos são “iguais” têm que ser tratados por iguais pelos pais. De outro modo, é injustiça grave e remorsos garantidos. Bah, perco meu tempo com essa pregação...

Homem

Não, homem não é, usa calça de homem, mas é pior que um bicho... Aliás, eu queria esse vagabundo na minha delegacia. Ele ia cantar um ai-ai-ai bem afinado...

Levado para uma delegacia em São Paulo, acusado de jogar uma criança contra a parede e bater na mulher, ele disse que nada fez à criança, que “só bateu na mulher”. É o que mais anda por aí, vagabundos covardes.

Bandida

Há mulheres que não deviam ter nascido. Em São Paulo, uma ordinária tinha uma filha de 10 anos de um primeiro relacionamento. Agora vivia “amontoada” com outro. Esse outro abusava da menina, da filha que não era dele.

A menina contou para a mãe. Sabes o que a desgraçada fez? Levou a filha para um passeio no mato e a matou. Multidões delas preferem os vagabundos com quem vivem. Tudo por um bronco...

Falta dizer

Você já sabe da história da amaldiçoada que matou a filha de 10 anos porque a menina contou a ela que o padrasto a abusava. Ela preferiu o maldito.

Agora, o detalhe: essa mãe assassina tinha uma baita tatuagem de Nossa Senhora Aparecida num dos braços. Fé, religiosidade aonde? Só pode ser no inferno. Maldita.

 

Receba as notícias do OCP no seu aplicativo de mensagens favorito:

WhatsApp

Telegram Jaraguá do Sul