Acabei de ler um título provocativo, provocativo de enjoos para mim. Não gosto de gente falsa que se propõe a ajudar pessoas a partir de um ponto de vista absolutamente insustentável. Vou clarear o assunto.

O tal título de que falo estava num site jornalístico e dizia em manchete: - “Mobilidade para reduzir desigualdades sociais”. Um grupo de “doutores”, desses de ciências sociais que não servem para nada, dizendo-se mobilizados para criar programas que visam a diminuir as notáveis desigualdades sociais brasileiras. Parvos.

Só retiro o “parvos” se os movimentos forem para coagir os governos a iniciarem agora, já, neste momento, uma revolução cultural no país.

E essa revolução se faz com livros, canetas, cadernos e jovens “compulsoriamente” colocados em escolas de regimes fortes.

Ah, e essa “revolução” por um período mínimo de 30 anos, sendo que a verba maior do PIB terá que ir para a Instrução, que muitos “desatentos” chamam de educação. Educação é questão familiar, discussão e passagem de valores de ordem moral, o que, aliás, as “famílias” não fazem mais.

Independentemente da compulsória presença em sala de aula, é preciso que todos lembremos, os mais pobres mais que todos, que nossa vida é feita por nós.

Um “endiabrado” da fé sobre si mesmo sai de qualquer atoleiro de ordem social e conquista o que bem entender na vida, sem ajuda de quem quer que seja. O mais é mão estendida, e ninguém se realiza na vida sendo “puxado” ou “empurrado” por alguém.

Podemos ser o que quisermos na vida, independente de “mobilidades” de quem quer que seja, senão dos governos investindo em Instrução.

Dia destes, vi na televisão a história de um rapaz, não lhe fiquei com o nome, estudante de escolas públicas em São Paulo que era um fenômeno. Notas lá em cima, comportamento exemplar, pobre como um “desamparado” da vida, mas...

Com uma flama para ser alguma coisa pelos estudos. Um aluno nota 10 e... Claro, foi descoberto pelo pessoal da Universidade de Harvard, EUA, e vai estudar Medicina nos Estados Unidos, tudo por conta do tio... Do Tio Sam.

O rapaz se fez por ele, com vigor, estudos constantes e foco num destino de qualidade. O rapaz construiu o caminho para Harvard, ele não pediu nada. Todos podemos, seja para o que for, sem ajudas de nenhuma “mobilidade”...

Modos

Preste atenção ao que as pessoas fazem com as mãos em cinco ou seis minutos. E depois estendem aquelas mãos imundas para cumprimentar amigos. Tossem e espirram na palma da mão, sem lenço nem documento...

Aliás, o lenço virou peça de museu, os pais mimimis de hoje não educam nem colocam lenços nos bolsos e bolsas dos filhos. Depois vão se queixar de doenças infecto-contagiosas, isso e aquilo. Melhor calarem.

Ervas

Acabo de ler uma publicidade sobre – “Ervas Africanas Fazem Sucesso entre os Homens”. – Ah, compadres, sosseguem o facho; ou a “coisa” funciona no vôo direto, sem combustível aditivado, ou melhor é ficar na moita.

Artifícios para alavancar o que foi aquietado pelo tempo é buscar sarna para se coçar. Vai dar problemas sérios de saúde, vale para todos os “aditivos” de cama... Olho vivo!

Falta dizer

Engraçado, vejo publicidades de todo tipo para dar “vigor” aos homens e beleza às mulheres. Produtos perniciosos à saúde, letais ao longo do tempo, e...

Não vejo publicidades sobre livros, os maiores compostos vitamínicos da vida. Ah, esqueci de lembrar que os de cabeças vazias têm urticárias ao ouvir falar de livros. Entende-se...

 

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