Os guris inquietos já foram chamados de “arteiros” ou de terem parte com o “bicho carpinteiro”, nunca soube o que era bicho carpinteiro, mas devo tê-lo tido por perto... E hoje, modernamente, os “arteiros” são chamados de hiperativos.

Faz pouco, estava olhando para o nada e de repente, um sobressalto.

Saí chispando para os meus arquivos, fui buscar inspiração. Foi aí que lembrei de uma história que li faz tempo no “USA Today”, jornal americano, eu estava em Bradenton, na Flórida.

A reportagem versava sobre namoros no ambiente de trabalho, ótimos, segundo o autor. Ótimos porque você pode ver e sentir a pessoa “amada” no seu dia a dia, como ela reage diante de diversas situações. E sem máscaras, as reações costumam ser espontâneas.

Uma beleza para quem está namorando e em fase de observações. Se a pessoa é asseada ou não, como cuida das roupas, como reage a provocações, quão criativa ela é, como se diverte, com o que se costuma aborrecer, tudo aparece no dia a dia de trabalho na empresa. É só ter olhos para ver.

Nessa reportagem do USA Today, o repórter contou de uma dupla que começou a namorar no trabalho. Num certo dia, o rapaz foi à casa da namorada e, por acidente, acabou entrando no quarto dela.

Que baque. Roupas atiradas, copo plástico com resto de café, guardanapo de papel amassado no chão, porta do roupeiro aberta, uma zorra. O cara saiu dali desapontado, o que ele meramente desconfiava confirmou-se.

Diz o cara do jornal americano que o namoro terminou por ali, o rapaz viu o futuro... E não teria sido a mesma coisa se ela, a namorada, tivesse entrado no quarto dele? Penso que não, afinal, os exigentes costumam ser um pouco mais cuidadosos com eles mesmos.

Não é regra sem exceção, mas é regra. É por isso que se diz que quando estamos namorando é bom deixar um olho fechado, um só...

Com os dois olhos abertos não fazemos negócios nem com a mãe Joana, tampouco casamos com quem quer que seja.

Não vamos longe, quem, afinal, não sabe que nós nos revelamos por todos os poros? Adão e Eva já sabiam disso... Encerrando esta conversa enjoada, leitora, é bom que não nos descubram nas intimidades... Nós sabemos!

Liberdade

Ela se passou. Essa história de “estou na minha casa, faço o que quero” não é bem assim. Quem fizer, por exemplo, barulho a perturbar vizinhos, tem que levar ferro...

Dia destes, uma mulher em São Paulo andava nua dentro do apartamento, mas com as janelas abertas. Os vizinhos do mesmo andar no prédio da frente viram tudo. Reclamaram e a despudorada reagiu com a história de “estou na minha casa”.

Sabia o que estava fazendo, sim. Feche as janelas, “calorenta”...

Tempos

Se as pessoas corretas não reagirem, a coisa vai ficar perigosa. Todos os dias nas redes sociais, “famosas” dizendo horrores pelo despudor. Sem falar nas “crianças”, que estão fazendo de tudo e impunes, ah, são “crianças” dizem os estúpidos das conivências...

E já nem falo dos toscos que se acham alguém e fazem poeira em Brasília. Ou ferro generalizado nessas laias, ou cuidado... Um bicho feio vai pegar, já há divergências entre as Forças...

Falta dizer

Dia destes, num leilão no Reino Unido, um paspalho pagou 340 mil dólares pelos famosos óculos de Mahatma Gandhi, um dos guerreiros da libertação da Índia desse Reino Unido.

Não adianta ter os óculos de Gandhi e não ter a cabeça iluminada para “ver” como Gandhi via. Abobado do dinheiro, vai ler...

 

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