Rezar é uma formidável perda de tempo. Salvo se quem rezar tiver dentro de si a certeza da realização do “milagre” ou do pedido que estiver sendo feito. Raríssimos rezam para agradecer alguma coisa, o ar que respiram, por exemplo.

Mais das vezes, a pessoa junta as mãos, começa a movimentar os beiços (nesse caso são beiços mesmo) e faz pedidos... Mas não tem fé, não crê que vá ser atendida. Sem fé, sem certeza, nada feito, os “santos” não são otários, não ajudam a quem se atira nas cordas e espera por “milagres” sem suor.

Digo isso, lembrando de Sergey Bubka, o maior saltador com vara da história do atletismo. Acho que já falei dele aqui, mas “vale a pena ouvir de novo”...

Bubka costumava ficar uma estátua de pedra antes de correr para o salto, não movia uma pestana, e os repórteres notaram isso. Um dia, numa entrevista, perguntaram ao Bubka o que lhe passava pela cabeça antes de correr para o salto e vencer a altura da vara, como ele costumava fazer.

O russo não pestanejou: - “Não me passa nada pela cabeça antes de correr para o salto, estou apenas olhando para a vara sobre a qual meu corpo vai passar...”.

Diante dessa resposta, o repórter inquietou-se: - “Como assim, como olhar para a vara sobre a qual o seu corpo vai passar, e se você não conseguir passar pela altura da vara?"

Bubka deu uma resposta cientifica: - “Se eu achar que a vara está muito alta, que vai ser difícil sobrepassá-la, não vou conseguir. O pensamento tem peso físico, o pensamento de dúvida, negativo, nos puxa o corpo para baixo, passamos a pesar mais...”.

Sacrossanto, iluminado, esse modo de pensar é ciência física, psicológica e humana, existencial, dos vencedores na vida. E nós? Diante de qualquer desafiozinho, ah, acho que não vou conseguir, ah, isso não é para mim, ah, nunca tive sorte, não vai ser agora... E por aí vai o rosário das desculpas dos perdedores existenciais, a grande maioria, grande mesmo.

Rezar com dúvidas não produz nenhum resultado senão uma baita frustração. É o que a maioria faz, vai ridiculamente à igreja achando que isso a faz melhor e abençoada. Faz nada. Faz é perder tempo. Pegue a sua “vara” e corra para o salto da vitória. Sem duvidar que a vara vá quebrar...

Irritação

Sempre que posso vejo programas vespertinos de fuxicos na TV. Ontem, a história de uma mulher, bem conhecida, irmã de uma muito famosa, que vive apanhando do marido, gente fina...

A surrada já fez BOs, isso e aquilo, mas... Continua apanhando e com o mesmo patife.

Desisti de me irritar. A pobre vítima merece. No primeiro tapa tinha que acabar tudo, quem cala consente e alimenta o covarde.

Verdade

O conselho não serve para as mulheres, afinal, elas nunca se aposentam, sempre têm o que fazer; já os cuecas-úmidas sonham com aposentadoria. Aposentadoria mata mais cedo.

O sujeito tem que ter um trabalho ao longo de toda a vida; eu não disse emprego, disse trabalho. Ter o que fazer, por gosto, traz saúde, vida e longevidade. Infelizmente, é para poucos. Os vadios dão um dedo pelo pijama...

Falta dizer

O sujeito (bem conhecido) queria namoro com uma jovem (muito conhecida), ela não lhe deu bola. Ele a matou covardemente, um alarido nacional. Foi condenado, ficou na cadeia, mas... Achou uma esposa.

Fico com nojo desse tipo de mulher. Um covarde que mata uma mulher devia morrer seco, sem jamais ser aceito por outra mulher, mas... Perco meu tempo. Nojo.

 

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