Acabei de ler uma história – real – e dramática, quase um filme de terror. Mas antes de contar desse “filme” real e de terror, preciso dizer que todos nós somos “suicidas”, todos. Já disse aqui várias vezes que temos dentro de nós o bem e o mal, representados pelos símbolos gregos Eros e Thanatos, o deus do amor e o deus da destruição. Se não tomarmos muito cuidado, o mal vai nos dominar, é preciso atenção. Mas mesmo assim, esse mal – esse nosso demônio – nos dirige durante longos e especiais momentos na vida. A história vem da França, de uma empresa de telefonia, não lhe digo o nome. A empresa é dirigida por camaradas que têm parte com o diabo, fazem tudo que lhes é possível para infernizar a vida dos funcionários, ameaças de toda sorte, demissões em massa, transferência de locais de trabalho, tudo do pior para assustar e obrigar funcionários a cumprir as “tabelas” da empresa. Resultado disso? Trágico. De 2008 a 2010 foram 69 suicídios entre os funcionários. E os dramas continuam... Vim até aqui, leitora/o para dizer que sinto muito, entendo até certo ponto o desespero das pessoas, afinal, quem não sabe que nosso trabalho é nosso pão, luz e vida? Mas tudo tem um limite. Ninguém é obrigado a sacrificar sua decência, amor-próprio, e por fim a vida para manter um emprego indigno, ainda que bem pago. Aceitar é um tipo especial de suicídio, senão o próprio suicídio mais tarde... Vale para os casamentos em que mulheres passam anos e anos sendo maltratadas, apanhando de vagabundos de todos os tipos, do “judiciário” para cima e para baixo, conheço muitos casos... E elas ficam quietas, acham que precisam dos covardes, que dependem deles... Mulher não precisa de ninguém e muito menos de apanhar de vagabundos covardes. Quanto ao ambiente de trabalho, ninguém é também obrigado a conviver com o hoje chamado “assédio moral” que, na verdade em muitos momentos, não existe, o que existe é funcionário dengoso diante de cobranças e críticas merecidas. Os insatisfeitos devem cair fora, ficar e sofrer é espírito suicida. Empregados não devem sacrificar a vida pelo que não merece, e as mulheres não devem trocar a honra e a liberdade por machos impotentes que só batem em mulher. O Pai nos fez livres para ir e vir, quem se deixar abater por circunstâncias pode mesmo acabar se matando. O que é um crime contra a imensa possibilidade que temos para a felicidade. Mistério Mistério. Mistério coisa nenhuma, aí tem. Primeiro acabaram com as lâmpadas baratas e que iluminavam, elas foram substituídas por lâmpadas caríssimas que não iluminam e queimam facilmente. E vão me dizer que ninguém levou por fora? E agora a falsa história de – por segurança no trânsito – termos de andar com luzes acessas durante o dia. Você sabia que as lâmpadas de faróis duram em média 6 meses, mas que ligadas durante o dia vão durar apenas dois? Quer dizer, milhões de lâmpadas vendidas. E vão me dizer que canalhas não levaram por fora? Quem são eles? Justiça “dos galpões”, já! Porquinho Num país de crianças mal-educadas, sob todos os aspectos, e de jovens endividados, não seria uma boa iniciar campanhas para que as crianças logo ao primeiro aniversário ganhassem porquinhos/cofres? Iriam ali colocar suas moedinhas e iniciar a vida de poupadores/investidores... E não, como hoje, crescer para o consumo irresponsável e as drogas... Que tal? Falta dizer “Ai, Prates, cofrinho/porquinho é coisa de pobre”! Ah é, então diga isso para os ricos e ouça o conselho deles. Rico poupa e investe; mal-educados só gastam...