Nojo

Colunistas

Por: Luiz Carlos Prates

terça-feira, 04:00 - 23/02/2016

Luiz Carlos Prates
O homem é bicho burro! Já ouvi essa frase inúmeras vezes, bah! Ouvi a frase tanto para mim quanto para os outros. Mas às últimas horas tenho pensado muito sobre essa frase. Digamos que um sujeito que chegue ao último degrau na escada de sua atividade “profissional” nada tenha de ingênuo... É, pode não ter no trabalho, mas fora dele, bah, se cair de quatro, pasta... Não vou dar nomes, nada, apenas falar de um caso hipotético... Como disse, o sujeito chegou lá em cima, no último grau ou degrau de sua atividade. Sujeito casado. Conceito social lá em cima, por onde anda pessoas se voltam para ele, fotos, autógrafos, cortesias, respeito, tudo. Mas esse sujeito, casado, conhece uma jovem mulher, solteira. Ela trabalha numa atividade que anda muito próxima da desse cidadão todo “poderoso”. Conversa vai, conversa vem, nasce uma relação extraconjugal. E daí, uma gravidez. A moça tem um filho. Tudo mantido sob sigilo, uma enorme pressão sobre a cabeça do “estonteado”, do irresponsável. Sim, um sujeito casado, já nem digo famoso, “poderoso”, isso e mais aquilo, tem que ter serragem na cabeça para andar por aí “namorando” e fazendo filho bastardo. Tem que ser um idiota. Mas é desses momentos que nasceu a frase – homem é bicho burro. Mas nem todos, não é, compadre? Como é que um sujeito “casado”, nome famoso, posição social elevadíssima, como é que um estúpido desses desrespeita a esposa, sai namorando por aí, faz filho e quer ficar na moita, achando que nada nunca virá à tona? É ser muito irresponsável e estúpido. E ela, o que dizer dela que sabia que o cara era casado? Há camaradas que, por feios que sejam, por velhos que sejam, mas pela posição social que ocupam “atraem” mulheres levianas, interesseiras, típicas “golpes do baú”, ou parecido. Nojo. Na área artística então nem se fala, bah, o que há de homens “buchos” cheios de fãs dispostas a tudo é caso de polícia. E quanto à história que imaginei aí em cima, qualquer semelhança com algum fato conhecido “talvez” não seja mera coincidência...

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