Ou elas gritam independência ou... Vão continuar como estão.

Acabo de circular por alguns sites, tanto à procura de notícias quanto de fuxicos. Ocorre que não raro os fuxicos são formidáveis verdades ditas de improviso e ao meio de fatos que não o creditam, tudo é possível.

É por isso que precisamos ter sensibilidade, resultante das informações acumuladas, para chutarmos de imediato para a linha de fundo as notícias falsas, hoje chamadas de Fake News, modismo adotado por povos de colônias...

Nessa minha procura por alguma coisa nova, acabei dando de cara com o protesto de uma jovem... Mais sobre ela não digo. Essa moça protestava por ser chamada de ex do Neymar. Até certo ponto ela tem razão. Por que os vagabundos, os bermudões, nunca são chamados de ex? São sempre elas as ex...

Outra coisa, porque as mulheres, ao casar, regra geral que elas alimentam, assumem o sobrenome do babacão com quem estão casando ou se juntando? Por sentimento de propriedade.

Ah, tu estás ofendendo as mulheres, pode protestar uma “especialista” em psicologia... Sem bicos nem chiados. Todos sabemos que nas fazendas são feitas “marcações” no gado, certo? E as marcações costumam ser as iniciais do dono da fazenda. Tudo visa a que fique muito claro a quem o gado pertence.

Sinto muito, mas essa foi a origem de a mulher assumir ao casar o sobrenome do seu “dono”. Não fui eu quem inventou essa sordidez. Porque eles não assumem o sobrenome delas, não aqui no Brasil, pelo que eu saiba?

Simplesmente porque eles não se querem “amarrar” na dependência de propriedade delas, só isso. Ou elas batem o pé, ou as mães ensinam as filhas a crescerem para a independência cidadã, ou vão continuar na sombra.

Por que meninas de cor-de-rosa? Por que garotas não podem ter dois ou três namorados, como eles costumam ter e são orgulhosamente abraçados pelos pais, pelos homens? Se as mulheres são maioria populacional no Brasil, por que só três ou quatro delas nos Ministérios?

Não será por falta de mulheres competentes. Ou o Ministério é dividido meio a meio entre homens e mulheres ou que o governo caia fora... De um modo ou de outro, por bem ou por mal. Só o que faltava os cuecas-úmidas controlarem tudo, quando quem manda na Economia do mundo são as mulheres. Independência já, “garotas”.

Hábitos

Hábitos, modos nojentos e resultantes da “educação” brasileira. O sujeito sai do banheiro, encontra um colega e lhe estende a mão, um cumprimento.

Com essa mão imunda? Outro com mão pegajosa também cumprimenta, sem falar dos que suam nas mãos o que não suam na testa, trabalhando, e também cumprimentam com essa mão.

E se alguém se negar a pegar naquela mão imunda, ah, quem pensa que é...? Revolução Cultural, já!

Repetição

Faz muitos anos, comentei num jornal de meio-dia que a mão humana é o que há de mais sujo, e expliquei.

Um telespectador abobado, de uma cidade do Sul, logo ali, me mandou longe: quem eu pensava que era. Respondi ao idiota dizendo que eu dizia o que dizia conhecendo muito bem “as minhas mãos”... Parvo.

Falta dizer

Saudade do Nelson Rodrigues, das colunas que ele escrevia em O Globo. Especialmente, saudade do modo como ele descrevia as jovens jornalistas e as psicólogas. Saudade do sarcasmo do Nelson.

Hoje não há mais desses talentos nas colunas brasileiras. Aliás, o Nelson hoje viveria encrencado, as “sensíveis” iriam à ONU protestar contra ele. A verdade irônica dói muito...

 

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