- “Tenho que me aproximar do Pedro, preciso fazer amizade com ele”!

- Ué, mas por que isso agora?

- Ah, é que vou precisar de uma força dele para conseguir o que quero e ele me pode ser de muita ajuda...

O que você acha de um tal tipo de amizade? O que você acha de alguém que só procura por outrem diante de uma safada necessidade? Canalha, cara-de-pau, sem-vergonha ou simplesmente “normal”, hein, o que você acha?

Seja qual for a sua resposta, prepare-se. Você vai ser usado como vara de salto nas competições esportivas, será um objeto muito “importante” antes da corrida, depois dela você será esquecido/a num canto como um traste, algo que se prestou para alguma coisa e agora não presta para mais nada...

Sei, a conversa está enrolada, vou clareá-la, vou puxar a cortina. Penso, veja bem, penso, não estou certo, de dividir com você a minha ira furiosa, quase incontida.

Acabei de ler um jornal e lá estava, em letras fortes, destacadas, saltitantes aos olhos peregrinos... Dizia assim: - “Alianças ignoram escândalos e coerência política”. Logo abaixo, lia-se: - “Na disputa por tempo de TV e palanques cheios, candidatos negociam pactos ignorando rivalidades históricas, propostas contraditórias e manchas provocadas por envolvimento em corrupção”.

Encurtando a conversa, safados que se pegaram pelo colarinho, ou quase isso, num passado recente, severos adversários políticos, agora se aproximam para abraços e beijos visando – a numa espúria coligação – dispor de mais tempo na campanha eleitoral pela televisão. Querem ganhar votos, querem ter mais a cara na tevê, querem, enfim, chegar ao poder via coligações indecentes e com adversários de não faz muito tempo. Eles brincam, debocham da memória do povo eleitor. Aliás, nisso não estão errados, o povinho não tem mesmo memória para as coisas sérias, não tem porque não quer... como é que para outras coisas o mesmo povinho tem memória de computador?

Ou o povo acorda, lê jornal, abre os olhos e os ouvidos para os telejornais, busca saber quem são os fichas-sujas existenciais, os candidatos indevidos, ou vai ficar tudo muito pior do que está. Sem dúvidas.

Ah, e por fim, coalizões, alianças partidárias em eleições, isso sim, é golpe, golpe baixo para tentar enganar os desatentos. Que acordemos e façamos “Justiça”. Cuidemo-nos, “eles”, os despudorados, estão soltos.

Unissex

Não forcem a barra, não vai dar boa coisa, estou avisando... Cresce em escolas particulares de São Paulo, e aqui mesmo, entre nós, a indevida ideia da criação de banheiros unissex. Vale dizer, meninos e meninas, homens e mulheres nos mesmos sanitários. Imagine a cena, uma moça entra no banheiro e com ela um baita de um safado e... nem me peça para descrever a cena, nem me peça. Não levem adiante a ideia estúpida, não se atrevam.

Felicidade

Pesquisa: 78% dos brasileiros são infelizes no trabalho. Credo! E há alguma fórmula para ser feliz no trabalho? Há. Anote: gostar muito do que se faz, gostar muito de onde se está e gostar muito de quem nos é companheiro no trabalho. Fácil? Fácil nada. É para bem pouca gente, não é mesmo “seos” 78%?

Falta dizer

Tudo bem que pai e mãe não têm poderes absolutos, mas que faltam pai e mãe, ah, não tenha dúvidas. O que pode explicar essa loucura de multidões de mulheres para mutilarem nádegas, coxas, seios, tudo, para ficarem mais... Mais o quê? Artificiais? Sem dúvida. E elas não se dão conta de que ficam artificiais e ridículas? Que falta de pai, mãe, irmãos...