Foto Divulgação
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Vamos viajar? Viajar é bom, melhor ainda quando não se precisa levantar da cadeira. – “Ah, que conversa é essa, Prates, onde já se viu viajar sentada num canto?”

São as melhores viagens, leitora, não precisamos de câmbio, de reservas, de malas, de táxis, de roupas, de nada, sentadinhos e “viajando”. Que tal uma viagem dessas, vamos lá?

Comecemos com um ato de consciência. Você, leitora, é uma “Eva”. E o leitor um “Adão”. Ambos estão expulsos do “paraíso”. Veja bem, eu disse “estão” expulsos do paraíso, podem voltar, tudo vai depender de você e do leitor. De cada um de nós.

E sabes quem nos expulsou do paraíso, e por essa razão temos a porta aberta para voltar? Nós mesmos. Nós nos expulsamos do paraíso de uma vida melhor, não digo uma vida boa no sentido elástico, isso não existe.

Mas pequenos paraísos existem, existem e estão diante de nós. Entretanto, por nossos pensamentos, condicionamentos existenciais, credos religiosos, padrões familiares, políticas de toda sorte, enfim, vivemos no inferno, quando bem podíamos viver no paraíso.

Viver no inferno, por exemplo, pode significar não ter um tostão na poupança bancária. E por que não? Porque mentimos a nós mesmos que não temos sobras para pôr na poupança. E assim, vivemos nas penúrias conhecidas, quando sobra um dinheirinho ele é mal administrado, gasto com bobagens.

Viver um inferno na vida afetiva e não num resort paradisíaco depende de nós. No caso das mulheres nem se fala, a maioria junta-se a molambos de todo tipo, dos bem-vestidos aos bandidos. E ficam quietas aceitando todos os flagelos do “demônio”, subjugadas pelo equívoco que no caso chamam de amor, quando, na verdade, é subserviência e falta de autoestima.

Quantos se expulsam do paraíso do trabalho? Expulsões devidas a erradas ambições, burrice pura ou gemidos do tipo: “eu trabalho porque preciso”...

Precisar trabalhar todos precisamos, não, todavia, onde a maioria trabalha ou sofre. Sofre por burrice, ignorância, falta de iniciativa. Ninguém nos obriga, senão nós mesmos, a fazer o que fazemos, onde fazemos e por quanto fazemos...

Nosso “andar superior”, a cabeça, é livre para pensar no céu azul ou no esgoto aberto da vida, escolhemos o quê? Liberdade nossa, mas... Muitos preferem o esgoto, expulsam-se do paraíso...

Ela

Ela é uma atrizinha de quinta categoria, mas se acha. Dia destes, numa fala de internet, disse que a quarentena a fez descobrir e ter que realizar trabalhos caseiros, o que até então nunca tinha feito.

Ué, mas como é que casou? Quem casa, eles e elas, têm que saber fazer de tudo dentro da vida caseira, familiar. Só o que faltava, tipinhos fazendo bico para varrer e cozinhar, só o que faltava.

Caos

Vou repetir o que já disse aqui. O Brasil está completamente sem rumos na segurança pública, e não é por culpa das polícias.

Se algum “ativista” pretender erguer a voz, recomendo que levante “mais cedo” e ligue na Record TV, no Balanço Geral, que começa às 5h da manhã.

Um horror à violência de todo tipo e tudo numa boa para o pessoal de Brasília. Contagem regressiva...

Falta dizer

Você sabia que o Brasil é o quarto país onde mais gurias de menor idade se casam? Primeiro é a Índia, segundo Bangladesh, terceiro Nigéria... Mas veja bem quem são os líderes... Tem cabimento crianças casando? No Brasil, tem.

As noivinhas, por certo, não sabem onde anda o pai e as mães são daqueles tipos... Controle da natalidade já. Ou Pátria Amada, Brasil!

 

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