A psicologia não mente, ela puxa máscaras e mostra a personalidade do anjo ou do demônio humano. Um evento da semana passada fez-me pensar mais uma vez no assunto e decidi trazê-lo de volta, afinal não faltam “defensores” para defender os indefensáveis.

Uma verdade antiga da psicologia aprendi quando estudava Psico na PUC de Porto Alegre e era também repórter da Voz da América no Brasil. Voz da América, você sabe, é a emissora oficial dos Estados Unidos.

Aprendi, por pesquisas de psicólogos americanos, que as drogas, o álcool, o que for, não modificam, para pior, o caráter humano. Caráter é a instância moral da personalidade.

Pois, dia destes, um traste humano, que se proclamava rico, estava surrando a mulher, foi em São Paulo, e a mulher chamou a PM. De pronto, a PM foi atendê-la. Chegando ao prédio do agressor, dito empresário, ele descompôs da cabeça aos sapatos o PM que cobria a ocorrência com uma colega.

O que o tal empresário disse ao policial justificaria “qualquer ação” do policial. O “nada” disse de tudo contra o PM. No dia seguinte, o miserável veio a público se desculpar. Disse, como defesa, que no momento da encrenca estava sob o efeito de álcool e remédios psicotrópicos, disse que andava muito nervoso, psicologicamente perturbado mesmo...

Diante desse posterior recuo do maldito, que fique claro, ninguém sob o efeito de qualquer droga faz o que não lhe é próprio do caráter. As drogas “reforçam” o caráter, nunca o mudam para pior.

Quem bate em mulher, bate em mulher, faz-lhe parte do caráter. E faz muitos anos também que pesquisadores americanos reuniram meia dúzia de jovens padres, os levaram a beber além da conta e depois os convidaram para fazer algumas trapaças. Nenhum deles aceitou.

O caráter não lhes permitia, ainda que estivessem zonzos da cabeça. Ficou claro? Droga não faz bandido, reforça-o.

Esse empresário de São Paulo, na “minha” delegacia, ia aprender a dançar o funk de sapatilhas... Nunca mais ia esquecer, traste!

Que defensores de espancadores de mulheres nunca usem do argumento de drogas para justificar violência doméstica. Quem o fizer terá que ser levado para uma “conversa” na salinha dos fundos, pé do ouvido...

Engano

Muitas mulheres ou são ingênuas ou fingem não ver. Muitas, depois de uma sova ruidosa de parte do bermudão cueca-úmida, na delegacia dizem que “ele só é violento quando bebe”. É a história de que tratei na conversa inicial.

Negativo, “companheiras”! O cara bêbado só joga para fora o que ele quer fazer o tempo todo: surrar a mulher, covarde que é. Bebida não muda caráter, sublinha-o.

Trouxas

Salvo se o sujeito for um cientista e seja convidado para ir para o exterior, ninguém mais se justifica, não esse bando de nadas que saem do Brasil para fugir das apatias em que vivem por aqui.

Néscios do trabalho. Agora, sabemos de milhares deles, nos Estados Unidos, vivendo também de cestas básicas distribuídas por ONGs. Tomem!

Saem daqui por incompetência e voltam arrotando, mentirosamente, perus, quando, na verdade viviam e vivem de “farofa” lá fora. Nadas!

Falta dizer

Imagens do aeroporto de Florianópolis, quase às moscas, mas...

De repente, chega um avião e dele desembarcam um estúpido vestindo camisa regata e outros de bermuda.

Esses “tipos” não podem ser admitidos dentro de aviões. Gostaria que me estivessem “ouvindo” agora. Vão aprender a se vestir como gente! Desprezíveis do convívio.

 

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