Há muita gente que passa pela vida cantando uma música do Zeca Pagodinho e nem sabe disso... E antes de dizer da música, deixe-me dizer que o ser humano se revela por todos os poros, pode fazer o que fizer para dissimular suas fraquezas e defeitos mas não adianta... Diante de quem tenha olhos de ver e ouvidos de ouvir (perceber e escutar, na verdade) nada passa. E é por isso que digo, quem tem esse apuro de sensibilidade para ver e ouvir acaba por não fazer negócios com ninguém e muito menos casar... Vai descobrir tudo... Mas o que quero dizer é dos que passam pela vida cantando Zeca Pagodinho, quando ele diz – “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”. Quem deixa a vida o/a levar, na verdade é um frouxo, é daqueles que se justificam dizendo que não se dão bem na vida porque é “destino”, “Deus não quis, melhor é deixar as coisas correr”... Frouxos, pífios de uma figa. Quando a vida nos bate na cara em forma de “destino”, desafio, o que for, melhor é cantar Vandré: - “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”. Ou “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”... Nós somos o que somos mas podemos ser bem mais, claro, se não nos acomodarmos diante da desculpa dos frouxos: o destino. Ou tudo o mais que é inventado para justificar os fracassos na vida. As circunstâncias, (a vida) não nos pode levar como ela aparentemente quer, quem dá as cartas somos nós, você, o João e a Maria... Sem essa de “deixa a vida me levar, vida leva eu”, sem essa. Ah, e sem essa também de uma mulher cantar a respeito de um homem: - “Você não vale nada mas eu gosto de você...”. Todavia, o que conhecemos de mulher “engatada” em vagabundo que não devia ter nascido é um caso... Caso de política ou de internação psiquiátrica. E olhe, não estou falando de mulheres carentes, sem instrução, estou falando de mulheres que se acham...e que se enrabicham em vagabundos que não valem nada, muitas delas “doutoras” e eles também metidos a graúdos, do judiciário para baixo ou para cima, tipos de toda sorte... As músicas, como tudo na vida, nos revelam, não raro, cantamos músicas cujas letras são a nossa cara. Cuidado com o que cantas! Quanto às minhas músicas, bah, que horror...

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