Num passado não muito remoto, havia na televisão uma série, tipo novela, chamada Armação Ilimitada, aventuras de jovens.

Bah, aquela “armação” nem se compara às armações de hoje nas asquerosas redes sociais. Gentinha de todo tipo querendo aparecer e criando “armações”.

Uma das mais recentes foi a de um casal que, segundo eles, fingiam maltratar a filha de 14 anos. A garota era exposta a todo tipo de ridículos, tudo para que pai e mãe “aparecessem” nas armações que inventavam.

Outros criam brigas de aparência para serem falados nas redes sociais, nas TVs, nos jornais, nas esquinas, brigas do tipo Anitta e Ludmilla. Espertalhonas de araque.

Uma outra celebrava em público seu primeiro palavrão, no dia em que completou 18 anos. Claro, repercutiu: - Tu lembras, fulana, daquela guriazinha revelada pelo Sílvio Santos? Aquela mesma, ó, está fazendo 18 anos e começa a dizer palavrões em público... Tudo armação.

Um pouco mais adiante, a “guriazinha” diz que está pensando em comprar seu primeiro carro, afinal, ficou rica com a popularidade que ganhou dos tipinhos brasileiros iguais a ela...

E ela traz o desejo a público: - Estou indecisa, que carro eu compro? E multidões fazendo sugestões. Tudo armação, ela já estava combinada com uma montadora para dizer da sua decisão e, com certeza, ganhar o carro de presente, tudo à custa dos “nadas” que a seguem nas redes sociais.

Outra, uma cantora sem voz, compra um apartamento para a mãe (nada mais que obrigação) e cria um falso desentendimento com a mãe, afinal, o apartamento não era aquele que diziam... A discussão apenas visava a fazer fama para a “sem-talento” que estava por trás de tudo.

Outro vai para uma “live” – coisa típica dos destelhados – e solta puns... O amigo ao lado começa a se abanar, a que ponto chegamos!

Um outro, pobre diabo que se diz humorista, filho de humorista, finge que se mija todo durante a “live”, já estava quase nu. Você acredita nessas fajutices? Mas tudo tem o endosso da sociedade dos frustrados, dos sem-nada na cabeça, maioria estonteante que anda por aí.

Quer dizer, quem não tem talento, ideias, graça e simpatia, o que faz? Faz lives, inventa “armações” e vai acumulando curtidas, fãs e seguidores idiotas. É o mundinho em que vivemos.

Os mais elevados já começam a se retirar, procuram por suas “clausuras” sociais com pessoas decentes. Insuportável hoje o convívio social com o rebanho das lives e dos sem talento.

Pesquisa

Estudo de uma Agência de Encontros (não lhe digo o nome) conta das razões por que homens e mulheres ficam sós.

Razões das mulheres: mandona, acima do peso, mal-humorada e ciumenta em excesso.

Razões dos homens: só pensam em sexo, egocêntricos, inseguros, workaholics e possessivos.

Fora do workaholic, a verdade sobre os homens é de 100%. O que mais anda por aí são safados e avessos ao trabalho, mentirosos.

Rosário

Eu não sabia. Vendo o programa Templos da Índia, no canal 130, fiquei sabendo que o “rosário” usado pelos cristãos foi uma cópia, uma imitação de processos indianos de orações em série, em números.

Também fiquei sabendo, no mesmo 130, que Senadinho e Praia Brava, conhecidos por aqui, são cópias de bar da Lapa no Rio e de praia uruguaia. Vivendo e aprendendo.

Falta dizer

Jovem, modelo e linda, paulistana, mas... Diz que engordou “quatro quilos” na quarentena, suficiente para que ela procurasse por uma lipoaspiração. Quase morreu, tudo malfeito, está viva por milagre. O que, diachos, essas mulheres têm na cabeça? Serragem? Que vão ler um livro, aí sim ficarão bonitas.

 

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