Há certos crimes que devem ser mais duramente punidos dependendo de quem os cometam. – Ah, mas a lei é igual para todos! Quem foi que disse essa patranha? A lei não é igual para todos, bolas, que vão trapacear lá atrás do morro...

Nos meus arquivos temáticos tenho histórias de eriçar cabelos envolvendo “religiosos”. E antes de dizer a quem venho, preciso lembrar que todos nós, sem exceção, somos regidos pela Lei Natural, uma lei que vem de berço e que faz com que todos nós saibamos sobre o certo e o errado na vida, inobstante a condição social da pessoa.

Seja quem for, no meio do mato, com pais irresponsáveis, nunca tendo ido à escola, sem bons exemplos, sem nada, mesmo assim os filhos saberão sobre o certo e o errado. Todos sabem quando traem, roubam, mentem, “erram” de qualquer sorte, todos sabem, sabiam do que estavam a fazer. É a Lei Natural.

Logo, ninguém pode ser absolvido dessas safadezas. – Ah, mas é um jovem, tem só 16 anos, matou num assalto por falta de educação, disso e mais aquilo! Nada disso. Esse vagabundo tem que mofar na cadeia. Já fui longe. Agora o fato que me traz a esta fúria. Ouça esta:

— “A tolerância zero determinada pelo Papa Francisco em relação a abusos sexuais cometidos por padres, outros religiosos e agentes de pastoral está prestes a ser implantada na Arquidiocese de Porto Alegre”. Notícia de um jornal gaúcho. Claro que a medida vai cobrir todo o Brasil, afinal, abusadores safados existem por todo o país...

Será que um padre, que estudou por anos e anos, que fez votos de todo tipo, que está acima da médica nacional de conhecimentos e “poderes”, não sabe o que faz quando abusa de uma criança ou de quem quer que seja? Inferno, direto.

Vale para todos, absolutamente todos, aqui do lado de fora. A Lei Natural nos faz saber do certo e do errado, logo, a punição tem que ser Medieval contra os fora-da-lei. Medieval. E quanto mais alto estiver o delinquente na escada social, maior a pua que ele deve levar. Sem essa de que “ele será julgado”, o julgamento é o crime cometido.

Jovens, adultos e velhos fora da lei? Sabem o que fazem, logo, “lenha” e “pua” para todos. E cerceamento da liberdade até cansar. Sem exceções.

Eles

As tevês mostraram. Aula de “apronto” de jovens paulistas para um Vestibular de fim de semana. Que horror! Os cabelos, as barbas, as roupas, os adereços, as posturas, e vão querer mais tarde entrar no mercado de trabalho? Nem a pau, Juvenal!

As empresas estão na moita na hora de selecionar, reprovam e não dizem das razões. Abram o olho! A boa “embalagem” faz parte dos bons produtos. E a “embalagem” humana se confunde com auto-respeito. Quem avisa...

Lembrar

É bom lembrar que no ambiente de trabalho não cruzamos pelos corredores só com os que são simpáticos conosco. Há os que andam na contramão do nosso fluxo, logo... Os inteligentes sabem disso e preservam o sorriso, mas sabem que não são engolidos. Para a paz no trabalho, engolir os “antipáticos” faz bem à saúde. Tente.

Falta dizer

Numa entrevista de rádio, São Paulo, um psicólogo contava de estudos de psicólogos americanos sobre crianças, celulares e eletrônicos similares. As crianças de hoje são lerdas na leitura e têm perturbadores dificuldades para falar com qualidade. Diga isso, senhor psicólogo, para os pais mimimis que andam por aí. Aliás, não adianta dizer, os mimimis vivem no WhatsApp. E nem digo o que fazem...

 

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