Foto Divulgação
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Já disse aqui que se você quiser passar pela vida sem inimigos é fácil: basta ser um nada, como, aliás, a maioria que anda por aí. Mas se você já souber cantar, por exemplo, o hino nacional, pronto, terá uma virtude a provocar ódios, como se isso fosse um dom especial e não uma possibilidade de todos.

Sim, prometi falar da Marina e da Gina. Que Marina? Ora, a brilhante, a Marina Ruy Barbosa. Ela é jovem, atriz qualificada, educadíssima, vive sem os alardes da vulgaridade, é linda, rica e tem sobrenome da história do Brasil. É difícil assim passar incólume, difícil não, impossível.

Dia destes, a Marianinha perdeu os cadernos com tantos “haters” e desabafou chamando-os de maldosos. Lindona, fica fria, vai continuar assim. Tua beleza, talento e sobrenome de um brilhante da história do Brasil não vai ser aceito pela maioria medíocre. Fica na tua.

De outra parte, sobre a Gina Rinehart também já falei dela aqui. Ela é australiana e considerada a mulher mais rica do mundo, deve ter hoje uns 70 anos. Quando li sobre o desabafo dela numa rede social a entendi perfeitamente.

Ela herdou do pai uma empresa de mineração, minérios para o mundo, dinheiro saindo pelas janelas e, é claro, a produzir invejas e “haters”. Só que Gina cresceu “atrás do balcão”, desde os 12 anos administrando pau a pau com o pai. Mas o que me fez cair de paixão pela Gina foi o que ela disse como resposta aos “haters”.

Ela foi direta: - “Não fiquem sentados, reclamando da vida. Façam algo para ganhar mais, passem menos tempo bebendo, fumando e brincando, trabalhem mais. Se transformem em uma dessas pessoas que trabalham duro, investem, constroem, criam empregos e oportunidades para os demais”.

Perfeito, nas fuças dos mandriões invejosos. Aliás, está na Bíblia que a inveja seca os ossos, os ossos do invejoso, é claro. Não vai mudar. A vida vai continuar assim, afinal, crescer, produzir e ser exigem trabalho, obstinação, fé.

Para os nadas, melhor é agredir pelas redes sociais os que fazem verdadeiro sucesso e jogar-lhes muitas pedras, afinal, o Cristo não acabou na cruz? Para essas pessoas, acima da grande média dos nadas e dos vulgares, um modesto conselho: sigam reto, não olhem para os lados, os apedrejadores de talentos vão continuar mordendo os beiços. Ardam!

História

Acabei de reler sobre as obstinações do Pelé. Os jovens não sabem nada de Pelé. Pelé foi o máximo dentro de campo. Mas para ser brilhante durante o jogo, Pelé se obstinava em treinamentos específicos, como cobrança de faltas.

Ia ao cansaço fazendo isso e... no domingo encaçapava a bola da vitória. Quem faz isso hoje? Esses traseiros moles que andam por aí? Nenhum. Ser “rei” em qualquer área exige muito suor “fora do trono”.

Chape

Na minha festa caseira de 50 anos de profissão fui reportagem de um antigo jornal de Florianópolis. E vestia a camisa da Chapecoense, meu time catarinense. E acabo de receber o livro do Luciano Buligon e do jornalista Paulo Hoeller – “Chapecó e Medellin – Unidos para Sempre” - um autêntico documento. A história do voo trágico de novembro de 2016. O Hoeller lembrou da minha foto. Grato, amigos!

Falta dizer

Seja quem for o ordinário, quanto mais ele se achar, mais tem que ser parado por alguns “homens” quando estiver fazendo barulho no condomínio, festas safadas. Quem faz festa barulhenta é sempre vagabundo.

– Ah, mas é o doutor fulano! Seja quem for, primeiro a reclamação. Não adiantou? Então, é pé na porta e relho... Era só o que faltava, falta de respeito.

 

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