O governo catarinense liberou que hotéis e pousadas possam usar a capacidade máxima de hospedagem durante a temporada de verão. A regra passa a valer a partir do dia 21 de dezembro e atende uma demanda do setor, que alega que mesmo com as restrições aos estabelecimentos oficiais, com a demanda de turistas, hospedagens clandestinas em estabelecimentos sem fiscalização acabaria atendendo os turistas.

A decisão é mais um sinal de que Moisés está mais suscetível às pressões externas, já que não é bem vista pelos setores técnicos e tende mais a beneficiar o setor econômico que o da Saúde. O Estado segue com hospitais lotados e crescente número de casos e mortes. Santa Catarina já é o terceiro estado em todo o país com maior número de casos por 100 mil habitantes.

Por outro lado, o setor de serviços é um dos que amarga as maiores perdas durante a pandemia. Na lógica do setor hoteleiro, como a pandemia não vai conseguir segurar as pessoas em casa, que elas possam, então, se alojarem em locais possíveis de fiscalização. E foi nesse sentido que Moisés defendeu o projeto.

“A saúde dos catarinenses e dos turistas segue como nossa prioridade durante a temporada. Por isso, estamos tomando essa medida que amplia a capacidade de hotéis e pousadas para garantir que as normas sanitárias sejam seguidas. Os empresários serão nossos parceiros na fiscalização e seguimento das regras”, afirmou o governador.

Desde o início da pandemia, a Santur tem atuado junto aos órgãos de Saúde do Estado para definir as medidas para o setor. Assim, foram elaborados protocolos sanitários para os diferentes segmentos, sempre em conjunto com o trade turístico. Para viabilizar assim a manutenção dos negócios do setor a partir do fortalecimento da imagem de Santa Catarina como um destino seguro.

Esse trabalho embasou outra importante ação da Santur para apoiar a cadeia do turismo em Santa Catarina: o Viaje+SC, um programa focado no turismo seguro para visitantes e residentes no estado.

A adesão ao Viaje+SC é voluntária e gratuita. Aqueles que decidem participar do programa assumem o compromisso de cumprir com as boas práticas de higiene para a prevenção da Covid-19 e são reconhecidos com a emissão do selo Viaje+SC em três categorias: bronze, para quem atende às práticas essenciais; prata, para aqueles que vão além das essenciais, e o selo ouro, para estabelecimentos que adotam todas as práticas e recomendações da Saúde.

Foto Divulgação

Turismo

Prefeitos em exercício e eleitos para a próxima gestão de Alfredo Wagner, São Pedro de Alcântara, Rancho Queimado, São Bonifácio, Águas Mornas, Anitápolis, Santo Amaro da Imperatriz e Angelina participaram de reunião na Secretaria da Fazenda (foto acima) para discutir e alinhar ações para a elaboração de um plano diretor de turismo que contemple a região.

O encontro contou com participação do deputado Marcos Vieira (PSDB) e Paulo Eli, secretário da pasta. Eli frisou que o plano prioriza a infraestrutura para, consequentemente, atrair investimentos privados que fortaleçam o turismo no local.

 

Alesc nos jornais

Prometendo fortalecer jornalismo impresso local e levar os acontecimentos do parlamento estadual até o cidadão do interior, a Alesc, abriu credenciamento para veículos ligados às associações dos Diários do Interior (ADI) e ADJORI, que compreende também os semanários, para veiculação de material institucional. Serão R$ 4 milhões distribuídos entre mais de 150 jornais no estado através da publicação de um informe com notícias da Assembleia.

O projeto é liderado pelo presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD), e pela diretora de Comunicação da Casa, Lucia Helena Vieira. O credenciamento inicia em 14 de dezembro e ficará aberto por 10 dias. A partir de 4 de janeiro, a Comissão de Editais tem 20 dias pra homologar os pedidos deferidos.

 

Filme queimado

O diário argentino La Nación publicou reportagem alertando os turistas que adoram o Brasil para não irem nem para Rio de Janeiro nem Florianópolis. Os números da pandemia nessas duas cidades tem queimado o filme do setor lá fora.

 

Colapso

O MPF entrou com ação civil contra o Estado de Santa Catarina, o Município de Chapecó e a União exigindo que sejam tomadas medidas emergenciais para o evitar o colapso nos hospitais da região, que estão lotados.

 

 

 

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