"É preciso voltar a namorar o Brasil, ter orgulho do que ele é e não apenas viver das negações ou sombrias incertezas. Só assim, para afastar dele, vampiros e oportunistas, que se travestem de democratas, para sangrá-lo".

Que tal, já de início, buscar o que a Bíblia diz, de forma conservadora (como detestam os anarquistas de esquerda), sobre o namoro ?

Dentro da visão da religião, o namoro é um período de conhecimento mútuo da alma e do coração, nunca do físico um do outro. A parte física deve ficar reservada, para após o casamento (Hebreus 13,4; Gênesis 2,24 ...).

Na visão atualizada, o namoro é uma instituição de relacionamento interpessoal, que tem como função a concretização do sentimental e/ou ato sexual entre duas pessoas, com ou sem oficialização de regime matrimonial.

Diz-se, ainda, que o namoro moderno, no qual os casais começaram a sair sem a companhia de uma terceira pessoa, surgiu, nos centros urbanos, por volta da década de 20. Antes, existia o famoso “namoro de sofá”, onde o programa do casal era, somente, ficarem sentados no sofá da sala da moça, enquanto os pais ou outros familiares vigiavam o casal. E, se fossem dar uma saída, ia junto uma irmã mais nova da moça, na função de “vela”.

Mas, então, Emílio, o que tem a ver o título “está na hora de voltar a namorar o Brasil” ?

Vamos lá !!! Na época da ditadura militar (1964 - 1985), houve um período de muito “namorico” explícito com o Brasil. “Brasil, ame-o ou deixe-o”, “90 milhões em ação, prá frente Brasil”, “eu te amo, meu Brasil”, etc., foram motes motivadores ao relacionamento população-país (ou ‘regime’, como querem os de esquerda).

Este tempo é, sempre, alardeado como “ditadura pós-golpe militar” por adeptos do “pós-verdade”, um neologismo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, é uma informação que distorce, deliberadamente, a verdade, sendo caracterizada pelo forte apelo à emoção, com base em crenças difundidas e distantes de fatos claramente apurados, passando a ser aceita como verdadeira, disto, influenciando a opinião pública e comportamentos sociais.

Enfim, daqueles tempos de extrovertido namoro população-país, logo tudo mudou, com a chegada dos governos de esquerda, via energização das divisões de classe, raças, sexos, credos e por aí fora, enfraquecendo a relação patriota.

Esta, desorientada, foi presenteada, em 2018, com um ‘salvador da pátria’, pelo menos, um presidente digno de se prestar atração, pelos seus

bem-intencionados rompantes, e que inspirou novo e verdadeiro amor pelo país, ressuscitando as cores verde-e-amarelo, o hino nacional, o hino da independência e, sob muitos aspectos, o orgulho de se ser brasileiro.

Pois, então, que agora este namoro da população com seu país transforme-se num noivado e casamento. Para isso, que nós, a população, enxerguemos mais qualidades do nosso parceiro, o Brasil !!!

Perfeito, ele não é. Ou há parceiro perfeito ?!? Quem o procura, nunca acha e ... acaba só !!!

É preciso voltar a namorar o Brasil, manifestar ufanismo pelo que ele é e não apenas viver das negações ou sombrias incertezas. Só assim, namorando de novo o Brasil, para se tirar de cima dele, vampiros e oportunistas, que se travestem de democratas para sangrá-lo. Afinal, quem ama não sangra, não desidrata, não deixa o outro à mingua, como o faz a esquerda delinquente.

O Brasil, mesmo com tantas características incríveis e surpreendentes, foi país largado e boneco de pano, jogado de um lado para o outro, judiado, maltratado e vilipendiado. Merecidamente, precisou do amor conivente de sua população, para ser resgatado, em definitivo, ao limbo civilizatório e ético do passado.

Enfim, que em 02 de outubro, saiamos - de uma vez por todas - do passivo sofá, indo à rua, para o mundo saber do nosso real namoro com nosso país. Também, que estamos rumando, inexoravelmente, a um noivado (voto de esperança) e casamento (eleição do melhor).

E que, ‘casada’, a população dará tudo de si ao seu país, com muito trabalho e valores nobres, até que ... “a morte os separe”.

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Emílio Da Silva Neto

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