Por Nelson Luiz Pereira - conselheiro editorial do OCP

Todo cidadão que observa e cumpre as determinações das autoridades sanitárias, no tocante à vacinação, está praticando um gesto de cidadania, pois não está protegendo só a si próprio, mas, a sociedade.

A vacinação contra a gripe, ora em curso, é primordial para blindar o organismo contra agentes infecciosos e bacterianos, fortalecendo o sistema imunológico. Portanto, em meio a uma pandemia sem precedentes, como a que vivemos, o compromisso da vacinação nunca se fez tão premente. Ademais, cabe evidenciar que nenhum cidadão pode alegar desconhecimento da lei. Vacinação é um direito fundamental previsto na Constituição Federal.

Destaca-se também que a vacina contra a gripe, é uma das mais seguras e eficientes no quesito prevenção. De acordo com estudos especializados, ela pode reduzir em até 45% o número de internações por doenças relacionadas, e até 75% a mortalidade.

Ocorre que os números de nossa comunidade, não nos causam orgulho. Até o momento, apenas 46% das crianças entre seis meses e menores de seis anos, foram vacinadas. Quanto ao grupo de gestantes, este índice é de apenas 47%.

Já, o grupo de pessoas com comorbidades (doenças pré-estabelecidas como hipertensão, asmáticos, cardíacos, entre outras), a imunização, até o momento, é de 60%. Como forma de aplacar essa negligência social, o Ministério da Saúde, prorrogou até o dia 30 deste mês, a Campanha de Vacinação contra a Influenza, que terminaria nesta sexta-feira (5).

Uma segunda oportunidade para aqueles que fazem parte dos grupos prioritários da terceira fase da campanha, exercerem a cidadania.

 

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