Por Nelson Luiz Pereira_conselheiro editorial do OCP

Um dos exercícios mais importantes da democracia está prestes a se concretizar. E acontecerá num momento em que a nação clama por profundas reformas estruturais.

Acontecerá, ademais, num contexto social onde já se verifica maior envolvimento e senso crítico do cidadão em relação à política e seus representantes.

Muito provavelmente, os resultados locais do pleito vindouro, retratarão, de forma mais nítida, que a política e a representatividade devem estar, cada vez mais, orientadas para a transparência, realização e respeito ao cidadão.

Cerca de 114,2 mil pessoas estão aptas a exercer o direito do voto em Jaraguá do Sul. Deste contingente, 4.660 são jovens eleitores, entre 16 e 17 anos, e idosos acima dos 70, que não teriam a obrigatoriedade de votar, por ser constitucionalmente facultativo para essas duas faixas etárias.

No entanto, há os que estão decididos a exercer o direito do voto. O OCP foi a campo procurar entender o que move essas pessoas ao exercício cívico do voto.

Na matéria especial desta edição, páginas 10 e 11 o leitor poderá entender esses motivos. Ressalta-se que, juridicamente, no exercício do voto, o que se tem, em essência, é o dever de exercer um direito.

Mas, sob o ponto de vista da democracia, o que instiga essas citadas faixas etárias, é a consciência acurada que essas pessoas nutrem sobre cidadania.

Espera-se que esse providencial e nobre exemplo, possa servir de inspiração aos que alimentam a desesperança e intenção de se absterem do voto. O processo de mudança que se vislumbra para o mundo, para o Brasil e para a cidade, inicia-se em cada cidadão, e o compromisso com o voto é um dos passos poderosos.

 

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