Por Nelson Luiz Pereira_conselheiro editorial do OCP

Pesquisa recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta clima de confiança na indústria. Como locomotiva para a retomada do crescimento da economia, a indústria é alimentada pelo grau de risco Brasil.

Ela vem demonstrando confiança de que as nuvens das incertezas logo irão se dissipar. Essa motivação também se sustenta na expectativa de que medidas liberalizantes e pró-mercado, sigam sendo implementadas pelo governo.

Isso, por decorrência, é o que propiciará o aumento dos investimentos, que permitirão, por sua vez, a recuperação do emprego, a geração de renda e, por fim, a elevação do consumo.

Pode-se considerar que algumas forças impactantes, como a Reforma da Previdência, a Lei de Liberdade Econômica, a redução da taxa básica de juros, e o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia, tenham contribuído, sobremaneira, para referido otimismo da indústria. Entretanto, isto não se faz suficiente.

Outras reformas são necessárias e urgentes. É preciso reconhecer que o mundo está mudando e, com ele, muda a dinâmica de geração de riquezas, bem como, o mercado de trabalho. Portanto, a premissa da Reforma Tributária que tanto se vislumbra, é ser compatível com a nova realidade econômica e social.

O sistema tributário brasileiro, sempre foi um dos mais vorazes e desiguais do planeta, tanto para empresas como para trabalhadores e sociedade em geral.

Por fim, para que o crescimento possa, de fato, ser vigoroso e sustentável, se fazem necessárias uma consistente Reforma Administrativa, além de reequilíbrio do orçamento público, oportunizando, assim, investimentos em educação, infraestrutura, saúde e segurança.

 

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