Por Nelson Luiz Pereira - conselheiro editorial OCP

O Ministério da Cidadania instituiu o auxílio emergencial de R$ 600 para a classe de trabalhadores mais atingidos pela quarentena do Covid-19. Sancionado na quarta-feira (1), o auxílio socorrerá microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro, e contribuintes individuais do INSS.

O pagamento deste recurso está previsto iniciar entre esta quinta-feira (9) e terça-feira (14), estendendo-se por três meses, com possibilidade de ser alongado, de acordo com as circunstâncias.

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem (7), quais são as formas de cadastramento disponíveis para obtenção do recurso. Além dessa medida, que ampara uma classe informalmente ativa, de considerável participação na economia, outras medidas estão sendo regulamentadas visando auxiliar os demais setores produtivos e de serviços.

Embora a pandemia provoque uma recessão em escala mundial, cada sociedade, em particular, sentirá o impacto de acordo com a saúde e resistência de sua economia.

Focando em nossa realidade brasileira, esta calamidade está nos submetendo a muitas provas: Nos daremos conta de quão criativos e resilientes somos; descobriremos o quão precavidos somos contra contingências; entenderemos o real valor de uma poupança; teremos uma consciência mais acurada sobre o que é “necessidade”, mais seletiva sobre o que é “consumo”, e mais crítica sobre o que é “saúde e higiene”; mediremos, outrossim, com mais precisão, o grau de eficiência, eficácia e cumprimento do papel de Estado enquanto protetor da sociedade.

Em que pese as perdas e danos inevitáveis, que possamos assimilar essa experiência como preço da evolução.

 

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