Por Nelson Luiz Pereira - conselheiro editorial do OCP

A pandemia do coronavírus afetou severamente o mercado de trabalho. Alguns setores reduziram o número de contratações, outros seguem mantendo, e outros ainda, seguem, naturalmente, gerando novas vagas. Portanto, em que pese, a situação peculiar de cada região, todas, em maior ou menor grau, foram afetadas.

Entretanto, como tudo é cíclico, essa crise pandêmica também passará e a homogênea geração de empregos voltará. A quem busca o mercado de trabalho, é importante considerar que o momento faz com que as empresas reorganizem e reinventem seus processos, incluindo seus bancos de talentos.

Concomitante a essa dinâmica, o mundo segue cada vez mais tecnológico. Isso requer nova atitude por parte de quem planeja uma carreira ou busca colocação, ou recolocação, no mercado de trabalho.

Alguns passos são imprescindíveis e determinantes: O primeiro passo é “saber o que se busca e conhecer sobre o ramo”. O segundo, é “identificar e compreender o mercado ofertante”. Em meio à presente ‘coronacrise’, segmentos on-line, de entretenimento, saúde, higiene, logística, delivery, supermercados, tecnologias, startups e e-commerce, são exemplos geradores de oportunidades de empregos.

O terceiro, é “como buscar”. Esse passo pressupõe estar conectado ao mundo online onde tudo acontece. Explorar as plataformas e promover conexões. Requer, também, constante busca de novos conhecimentos e habilidades. Há uma crescente oferta de cursos online por parte de universidades e escolas técnicas.

O quarto e último passo, é a “imagem pessoal”. Ainda há quem ignore a importância do perfil online para a carreira ou busca de um emprego. Então, fundamentada em valores, crenças, moral, ética, conteúdos postados, posicionamentos ideológicos, que imagem pretende-se projetar?

 

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