Tenho visto em tempos de “imprensa deficitária, deficiente” com papel preponderante de desinformar, o surgimento do que chamei de PVD – Porta Voz da Desgraça.
Causa espécie, estupefação, o quanto certas pessoas se comprazem na infelicidade alheia.
Por atos ou falas, transmitem satisfação quando conseguem uma notícia ruim, algo que provoque dor alheia, ainda que seja uma incomodação psicológica.
É o chamado “jornalismo necrotério” que busca fustigar o informado com algo ruim e se possível, empanar qualquer resquício de sorriso nos dias difíceis que vivemos.
Jornalismo informa, mas também forma consciência, apura sentidos e literalmente, separa o joio do trigo.
Existem pessoas que se arvoram no que não são, falam o que não sabem e nivelam tudo por baixo.
Fujam dessas mentes tacanhas, tóxicas e que não satisfeitas no mal que lhes produzem, ainda querem atingir aos demais.
Aqui se aplica um provérbio chinês e que diz o seguinte:
“Os sábios aprendem com os erros dos outros, os tolos com os próprios erros e os idiotas não aprendem nunca."

É BOM SER POLÍTICO?

Deve ser quando se tem na política, o objetivo da conquista coletiva, o bem comum, o que serve ao todo.
No entanto, a quantidade de pessoas que disputam uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina e se todos estivessem imbuídos do mesmo sentimento, no mínimo, transformaria o Estado num verdadeiro paraíso.
São 609 candidatos que estão disputando uma vaga para ser Deputado Estadual.
Se temos 40 vagas no total, a conta é de 15,2 candidatos por vaga.
Algumas regrinhas precisam ser levadas a termo: votação (é a primeira delas), campanha bem produzida e estruturada com tudo o que tem direito (pode ser pouco, mas não pode faltar), coeficiente partidário, coeficiente eleitoral e uma dose paquidérmica de “empatia com o eleitor”.
Fora disso, o sujeito será apenas mais um candidato.

PESQUISAR

O cidadão que pensa no amanhã, preocupa-se com os rumos da política, também precisa aprender a pesquisar.
Em tempos de internet 5G, a informação está a um clic do alcance de todos.
Uma das sugestões é que o eleitor vá ao site da Justiça Eleitoral e pesquise sobre “prestação de contas e doações de campanha”.
É o mínimo que se precisa saber sobre o candidato, além da sua vida pregressa, é claro!
Se isso diz muito? Diz, sim!
Débito de favores é uma das descobertas.

TRAIÇÕES

A campanha eleitoral de 2022 terá mais um condimento em alta: as traições.
Os motivos, as trapaças, em muitos casos, são inconfessáveis para alguns. Já há outros que as executam na maior cara de pau.
Não acontecerá apenas na Bela & Santa Catarina, seus municípios e logradouros.
Acontecerá Brasil afora!
Mostra a índole do homem (ser humano ficaria mais justo) e sua capacidade de mentir, enganar, ludibriar, iludir.
Mas como tenho dito:
- Se acalme que um dia a fatura chegará!