Projeto do deputado Jessé Lopes (PSL), que exige exame toxicológico dos candidatos ao ingresso em universidades públicas estaduais passou na Comissão de Justiça da Alesc, na manhã desta terça-feira (10). O voto da relatora Paulinha (PDT), que era pela rejeição da matéria, acabou vencido por voto divergente da deputada Ana Campagnolo (PSL).

O polêmico projeto segue tramitando na Casa.

Apoiaram

A exigência do exame toxicológico para estudantes contou com apoio dos deputados deputados Kennedy Nunes (PSD), Luiz Fernando Vampiro (MDB), João Amin (PP), Maurício Eskudlark (PL) e Ivan Naatz (PL). O deputado Fabiano da Luz (PT) apresentou voto contrário e Romildo Titon (MDB) se absteve da votação.

Vignatti e o PSB catarinense

A reestruturação do PSB em Santa Catarina poderá, a partir desta terça-feira (11), ter como principal liderança o ex-deputado federal Cláudio Vignatti. Filiado ao PT dede 1993, o político foi convidado pessoalmente pelo presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira durante reunião em Brasília.

A notícia pegou a executiva do PT de surpresa, disse o presidente estadual da sigla, Décio Lima. “Não queremos perder o Vignatti. Ele ainda não confirmou a sua saída”, disse.

Na segunda-feira (10), após ter conversado com Siqueira, Décio e Vignatti tiveram uma longa conversa: “Eu fiz um apelo e reforcei que o partido é muito generoso com a sua história política, foi nosso candidato a governador, ao senado, foi nosso deputado federal”, lembrou Décio.

À esquerda

A renovação no PSB catarinense, mais alinhado à esquerda, é uma tendência da atual executiva nacional. Até o ano passado, o partido esteve sob o controle de Paulinho Bornhausen, que assumiu a sigla em 2013 após deixar o DEM, que por sua vez foi criado a partir do extinto PFL.

O posicionamento local do partido nas últimas eleições desagradou a executiva nacional, ponto alto desse desentendimento foi a expulsão do prefeito de Chapecó Luciano Buligon, por ter declarado apoio à campanha de Bolsonaro. A saída de Paulinho esvaziou o partido.

Janela

Com a janela partidária aberta até abril, a provável ida de Vignatti para a sigla pode resultar em uma corrida por filiados, incluindo vereadores e prefeitos com mandatos, na construção de um novo projeto político para o partido em Santa Catarina.

Em Miami

Foto Divulgação

Na foto acima, o deputado federal Daniel Freitas e o Presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, durante o Seminário Brasil-Estados Unidos, realizado pelo Fórum das Américas, na manhã de desta terça-feira (11), em Miami (Flórida). Ao lado do Presidente Jair Bolsonaro e do empresário Antônio Luz, acompanharam painéis sobre as perspectivas da economia brasileira e o novo ambiente de negócios; inovação, startups e franquias nos dois países. Freitas tem liderado as conversas para trazer uma eventual planta da Tesla para o Brasil.

Previdência estadual

Deputado Maurício Eskudlark (PL) deve concluir ainda esta semana o relatório do projeto de lei da reforma da Previdência estadual. “Eu já irei passar aos deputados para uma análise”, afirmou. O texto com voto pela admissibilidade deve ser votado na Comissão de Constituição e Justiça na próxima terça (17), para tramitar nas demais comissões e ser votado até 25 de março.

 

 

Nova líder de Marketing

Angela Gonçalves, CEO da Elocorporate, tomou posse na noite desta segunda-feira como a segunda presidente na história da ADVB/SC. Com discurso emocionado, Angela traça como meta a aproximação maior da entidade com todos os empreendedores de marketing e vendas, além da transformação digital, desafio principal da sua gestão.

Advocacia dativa

Dirigentes da OAB/SC nas subseções da Região Serrana e Meio Oeste reforçaram a necessidade de investimentos na advocacia dativa, que atua onde a Defensoria Pública não consegue chegar. Um dos pedidos é a majoração da tabela de remuneração. Santa Catarina está entre os três Estados com maior déficit de defensores públicos do país, segundo pesquisa do Migalhas – site especializado em assuntos jurídicos.

Militares se reúnem

A Associação dos Praças vai discutir os rumos da negociação da categoria com o governo catarinense. Eles recusaram a contraproposta de reposição salaria, de 17,5%, defendida pelos técnicos da Secretaria de Administração.

Segundo a classe, o percentual apresentado pelo governo “é irreal, garantindo 8% de reposição no subsídio dos praças”. A categoria pede 22% de reposição, que foi negada pelo governo, também com o argumento de que mascara o real valor da reposição. Segundo secretário Jorge Tasca eles pedem reposição após incorporação de gratificação ao salário, o que oneraria os cofres públicos além do previsto.

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