Foto Pixabay.com
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O agronegócio atual está passando por um processo de revolução. A chegada da era digital trouxe novas tecnologias para o setor, ajudando no processo de otimização da produção, e aliado a isso, e não menos importante, a presença das mulheres no meio rural também é uma inovação.

Nesta área, que antes era tomada pela presença masculina, que compreende aproximadamente a 65% dos postos de trabalho.

Seja no setor da agricultura ou da pecuária, as mulheres estão se destacando de uma maneira muito positiva e promissora, e vêm alcançando grandes resultados no agronegócio.

Além disso, os salários recebidos pelas mulheres são desiguais em relação aos recebidos pelos homens. As mulheres recebem cerca de 78,3% do que é pago aos homens, de acordo com o Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GV Agro).

Essa desigualdade de gêneros no agronegócio causa maior empenho das mulheres para conquistar o seu espaço, e o resultado disso é que elas estão conseguindo.

A partir desses resultados, nota-se que está havendo uma evolução das mulheres no contexto agropecuário, sendo que elas estão se inserindo definitivamente no Agronegócio brasileiro, o que seria impossível de acontecer décadas atrás onde a velha rotulação das mulheres como “sexo frágil” está completamente ultrapassada.

Devido ao seu amor pelo agronegócio, elas possuem garra e determinação para conseguir um reconhecimento mínimo que seja, estão rompendo barreiras e vencendo o preconceito, provando que podem facilmente transitar entre o campo e a cidade, e conseguem conciliar perfeitamente a carreira profissional com a sua família, seus filhos e seus afazeres domésticos.

Elas não possuem vergonha de pedir ajuda, muito ao contrário da maioria dos homens, fazendo com que elas tenham mais rapidez em solucionar e resolver problemas que surgem em suas atividades profissionais.

Além disso, as mulheres são resilientes, o que corresponde à capacidade de não ceder a cobranças por melhores resultados no trabalho; de vencer obstáculos e de lidar com seus problemas pessoais.

Contudo, é visível que os cargos de liderança das mulheres muitas vezes estão relacionados com a sucessão familiar de propriedades rurais.

Ou seja, a maioria das mulheres que são líderes no agronegócio, estão à frente de propriedades rurais que são da sua família, e não de empresas de outros segmentos.

Isso nos remete ao pensamento de que mulheres que não são herdeiras de propriedades rurais possuem ainda mais dificuldades em alcançar um cargo de reconhecimento.

Apesar disso, esse processo é considerado otimista, vista as características e a determinação das mulheres do setor.

Agrolio Jaraguá

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