Após três anos de impasse, as etapas do processo de recuperação judicial da Criciúma Construções e outras três empresas do grupo, foram cumpridas e o encerramento do processo foi assinado pelo juiz Rafael Milanesi Spillere.
Em entrevista coletiva realizada na sede da Acic, na manhã desta quarta-feira, 11, o administrador judicial, Agenor Daufenbach ressaltou que o processo não decretou o fim do assunto. “Não é o fim da recuperação judicial que tira dos credores qualquer direito. Só retira a obrigação da fiscalização do judiciário”, enfatizou.

O processo segue agora para que o empresário Rogério Cizeski volte a administrar a empresa, e de continuidade ao plano de recuperação que será finalizado em uma projeção de 15 anos. Dos 92 empreendimentos que estavam pendentes, 65 já foram resolvidos. Dos 27 empreendimentos restantes, 14 estão pendentes e 13 em recuperação judicial.
Vale ressaltar, que os credores que não aceitarem o encerramento e decisão do processo poderão entrar com recurso até o fim de janeiro de 2020.