Após descobrir uma suposta traição por parte da esposa, Renan Jaison Ribeiro, 30, resolveu fazer justiça com as próprias mãos.
A vítima, Anderson, foi morta em 2011 por asfixia com um cadarço. Após descobrir a traição, Renan usou o celular da esposa para marcar um encontro com o suposto amante e vítima do homicídio.
“Eu entrei em uma luta corporal com ele, ele me agrediu bastante, eu também agredi ele. Caímos no chão e eu lembro que tinha umas roupas, uns cadarços de tênis soltos. Eu passei o cadarço no pescoço dele, mas eu não tinha intenção de matar, só imobilizar mesmo”, contou Renan.
A denúncia afirma ainda que Renan teve a ajuda de Marcos Aurélio, um amigo, que o teria auxiliado no assassinato e na ocultação do corpo.
Réu confesso, Renan foi condenado nesta quarta-feira (6) a uma pena de 12 anos de prisão pelo crime de homicídio e um ano pelo crime de ocultação de cadáver.
Já Marcos Aurélio foi absolvido pelo júri. Segundo o advogado dele, Pedro Wellington Alves, a acusação se baseava em uma testemunha protegida que, no julgamento, teve o depoimento desqualificado.
*Com informações da ND Mais
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