Quando se fala em ultrassom no período gestacional, o que certamente vem à mente é a descoberta do sexo da criança. Afinal, é um dos momentos mais aguardados pelos futuros pais. Mas, muito além disso, esses exames são essenciais para um adequado acompanhamento da saúde da mãe e do bebê.
Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo do pré-natal é evitar problemas e melhorar a saúde de ambos ao longo de toda a gestação, no parto e também depois dele. Aliás, a assistência adequada, com identificação precoce de doenças e riscos para a saúde, é determinante para diminuir as principais causas de complicações neste período.
Dados do Governo Federal indicam que quase 1,5 milhão de mulheres foram atendidas durante o pré-natal somente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) em 2017.
Ainda de acordo com o órgão, o acompanhamento deve ser iniciado precocemente, ou seja, logo após confirmada a gestação (se possível, antes da 12ª semana de gravidez). Além disso, precisa contar com consultas periódicas, alguns exames e, claro, ter a participação ativa do parceiro.
O médico que acompanha a gestação necessita de algumas informações essenciais que são fornecidas nas ultrassonografias. Os exames indicam, por exemplo, o número de fetos (gêmeos), a idade gestacional e possíveis desvios de crescimento do feto, além de avaliar a parede do útero e a placenta, o risco de trabalho de parto prematuro e de doenças cromossômicas do feto, como síndromes, anomalias de formação e a vitalidade fetal.
De acordo com o Dr. Giovanni Ribeiro, da Somus Ultrassonografia, existem diferentes tipos de exames de ultrassom no pré-natal. “Nós orientamos que a responsabilidade sobre a solicitação de exames é do obstetra de cada gestante, pois cada pré-natal tem suas peculiaridades.
Mas, podemos dizer que há quatro exames de ultrassom básicos em uma gravidez que se inicia com ‘baixo risco’ e se mantém sem complicações: um exame gestacional inicial, um exame para medir a translucência nucal, o exame morfológico do segundo trimestre e uma exame obstétrico ‘convencional’ feito na fase próxima ao parto”, explica.
Estes exames fornecem informações específicas e possuem períodos próprios para serem realizados. São eles:
- Ultrassom da gestação inicial: identifica a presença de um feto ou múltiplos (gêmeos), define a idade gestacional, estuda se há descolamentos de placenta e verifica o colo uterino.
- Ultrassom para medir a translucência nucal: considerado por muitos profissionais o exame mais importante do pré-natal. Além de confirmar todas as informações do exame anterior, fornece informações sobre se houve um adequado desenvolvimento da gestação desde o exame anterior, possibilita a avaliação da anatomia fetal (capaz de, precocemente, identificar diferentes anormalidades de formação) e, por fim, tem condição de estimar o risco de doenças cromossômicas, como Síndrome de Down, de Edwards etc.
- Ultrassom morfológico do segundo semestre: com ele, é possível fazer uma avaliação minuciosa e complexa de toda a anatomia fetal, buscando existência de anomalias de formação. Além disto, dispõe de um recurso (estudo Doppler) que permite avaliar a nutrição/oxigenação fetal e o risco de vir a desenvolver hipertensão ou crescimento fetal insuficiente ao longo da gestação.
- Ultrassom obstétrico convencional: realizado próximo ao período adequado para o nascimento do bebê (entre 37 e 42 semanas), confirma o bom desenvolvimento do bebê, estima o peso e fornece dados sobre a vitalidade e identifica o posicionamento do feto, informações importantes para o momento do parto.
Clínica Somus Ultrassonografia
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