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O fundador não precisa sair da empresa

Por: Emílio Da Silva Neto

07/08/2026 - 10:08 - Atualizada em: 07/08/2026 - 11:58

No começo de um negócio familiar, centralizar é praticamente inevitável. O fundador vende, entrega, cobra, contrata, resolve problemas e apaga incêndios. Isto porque a empresa ainda não possui processos, líderes ou caixa suficientes para funcionar de outra maneira. Nessa fase, ser um executor obsessivo não é um defeito. É sobrevivência.

O problema começa quando a empresa cresce e na jornada empresarial aparecem as três mudanças de posição do fundador:

1. do FAZER TUDO, quando velocidade e capacidade de execução valem mais que sofisticação;

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2. ao FAZER ATRAVÉS DE OUTRAS PESSOAS, transformando o conhecimento que estava apenas na sua cabeça em capacidade empresarial;

3. enfim, ao INFLUENCIAR O FUTURO, afastando-se do dia a dia, deixando que os problemas sejam resolvidos sem depender dele. E esta última é a transição mais difícil de todas, porque exige abandonar uma identidade, deixando de ser o herói que salva o dia para se tornar o arquiteto que… planeja o futuro.

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Emílio Da Silva Neto

Consultor especializado em profissionalização, governança e sucessão empresarial familiar. Com vasta experiência, Emílio da Silva Neto é PhD/Dr.Ing, Pós-Doc, Industrial, Consultor, Conselheiro, Palestrante, Professor e Sócio da 3S Consultoria Empresarial Familiar. Redes sociais: emiliodsneto | www.consultoria3s.com