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Polícia Civil de SC investiga grupo suspeito de lavar R$ 1 bilhão do tráfico de drogas com falsas vendas de colchões

Foto: Divulgação/Polícia Civil de SC

Por: Elisângela Pezzutti

14/07/2026 - 15:07 - Atualizada em: 14/07/2026 - 15:22

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, nesta terça-feira (14), uma operação para investigar um grupo suspeito de movimentar cerca de R$ 1 bilhão em um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Segundo os investigadores, a organização utilizava empresas de fachada e simulava vendas de colchões para dar aparência de legalidade aos recursos obtidos de forma ilícita.

De acordo com a investigação, as empresas emitiam documentos fiscais relacionados à comercialização de colchões, mas as operações seriam fictícias. A suspeita é de que as transações eram utilizadas para justificar a circulação de grandes quantias de dinheiro ligadas ao tráfico de drogas, ocultando a verdadeira origem dos valores.

A operação desta terça-feira cumpriu mandados judiciais autorizados durante a investigação. O objetivo das medidas é reunir provas, identificar todos os envolvidos, rastrear o patrimônio supostamente adquirido com recursos ilícitos e interromper a movimentação financeira atribuída ao grupo.

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As autoridades informaram que o inquérito apura a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa, entre outros que poderão ser confirmados ou descartados ao longo das investigações. Até o momento, as suspeitas ainda serão analisadas pela Justiça, e os investigados têm direito à ampla defesa e ao contraditório.

Batizada de “Tela Oculta”, a operação em Santa Catarina ocorre em cidades da Grande Florianópolis, além de Itapema, Balneário Camboriú, Imbituba e Porto Belo. Além do cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam drogas e armas.

A Polícia Civil não divulgou todos os detalhes da apuração, já que parte das informações permanece sob sigilo para não comprometer o andamento das investigações.

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Elisângela Pezzutti

Graduada em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Atua na área jornalística há mais de 25 anos, com experiência em reportagem, assessoria de imprensa e edição de textos.