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Sul do Brasil pode enfrentar sequência de tempestades e acumulados de até 500 mm de chuva nas próximas semanas

Foto: Freepik

Por: Elisângela Pezzutti

14/07/2026 - 10:07 - Atualizada em: 14/07/2026 - 10:19

O Sul do Brasil poderá enfrentar um período de instabilidade intensa nas próximas semanas, com previsão de sucessivas tempestades e volumes expressivos de chuva, especialmente sobre o Rio Grande do Sul. De acordo com análises divulgadas por empresas de meteorologia, alguns modelos numéricos indicam acumulados localizados que podem se aproximar de 500 milímetros em determinadas áreas, caso os cenários projetados se confirmem.

Segundo as previsões, a mudança no padrão atmosférico deve ocorrer a partir da segunda metade da semana, quando o avanço de sistemas meteorológicos, aliado ao aumento da umidade e à influência do fenômeno El Niño, favorecerá a formação de temporais frequentes no Sul do Brasil e também em áreas do Uruguai e da Argentina.

Os meteorologistas alertam que o cenário pode incluir chuva intensa em curto intervalo de tempo, rajadas de vento, queda de granizo e, de forma isolada, fenômenos severos como microexplosões atmosféricas e tornados. O maior risco está associado à repetição de episódios de chuva sobre as mesmas regiões, o que pode elevar significativamente os volumes acumulados ao longo de vários dias.

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As projeções de alguns modelos meteorológicos indicam que pontos do Rio Grande do Sul podem registrar acumulados excepcionais, próximos de 500 milímetros durante o período analisado. No entanto, especialistas destacam que esses valores representam cenários simulados por modelos numéricos e podem sofrer alterações conforme novas rodadas de previsão forem divulgadas.

Caso os maiores volumes de chuva se confirmem, aumentará o risco de alagamentos, enxurradas, cheias de rios, deslizamentos de terra e transtornos em áreas urbanas e rurais. Também há preocupação com impactos na agricultura, na infraestrutura e na mobilidade, principalmente em municípios historicamente vulneráveis a eventos extremos.

Até o momento, as informações divulgadas referem-se a projeções meteorológicas de médio prazo. Por isso, a recomendação é que a população acompanhe a atualização dos boletins emitidos pelos órgãos oficiais de meteorologia e pelas Defesas Civis estaduais, já que a intensidade, a localização e a duração dos eventos podem mudar conforme a evolução das condições atmosféricas.

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Elisângela Pezzutti

Graduada em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Atua na área jornalística há mais de 25 anos, com experiência em reportagem, assessoria de imprensa e edição de textos.