Durante décadas, o modelo dominante de liderança foi baseado em hierarquia, autoridade e controle. Funcionou por muito tempo. Mas, o mundo mudou.
Hoje, com o conhecimento distribuído, informações acessíveis e estruturas empresariais cada vez mais horizontais, o líder que apenas manda perde relevância rapidamente. Ele precisa atuar muito mais como mentor do que como chefe.
E existe uma diferença enorme entre essas duas posições: o chefe centraliza, o mentor desenvolve; o chefe controla, o mentor potencializa; o chefe gera dependência, o mentor cria autonomia.
Por isso, os líderes mais admirados não são, necessariamente, os mais brilhantes tecnicamente, mas, sim, os que conseguem fazer os outros crescerem. E isso exige algo raro: generosidade!!!
Sim, porque desenvolver pessoas significa abrir espaço, compartilhar conhecimento, permitir protagonismo, e aceitar que outras pessoas também possam brilhar.
Enfim, liderar nada tem a ver com indispensabilidade e, sim, com saber construir equipes fortes o suficiente para prosperarem, mesmo sem… a presença constante.