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Empresa familiar deixando de ser extensão da família

Por: Emílio Da Silva Neto

03/07/2026 - 09:07 - Atualizada em: 03/07/2026 - 09:48

Existe uma pergunta que poucos empresários gostam de fazer a si mesmos: se eu não estivesse mais aqui amanhã, meus filhos conseguiriam administrar esta empresa juntos?

A maioria responde imediatamente que sim. Afinal, eles cresceram juntos, possuem uma boa relação e compartilham os mesmos valores.

Mas, a realidade das empresas familiares mostra que o problema raramente está na falta de afeto. O problema surge quando entram em cena questões que nunca precisaram ser enfrentadas enquanto o fundador estava no comando.

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Quem toma as decisões mais importantes? Quem participa da gestão? Quem recebe dividendos? Quem trabalha na empresa e quem apenas integra o quadro societário? O que acontece quando um herdeiro deseja vender sua participação?

Essas perguntas costumam permanecer adormecidas até a empresa deixar de ser apenas uma extensão da família e passar a ser uma sociedade empresarial, quando o afeto familiar passa a exigir regras bem claras… de gestão.

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Emílio Da Silva Neto

Consultor especializado em profissionalização, governança e sucessão empresarial familiar. Com vasta experiência, Emílio da Silva Neto é PhD/Dr.Ing, Pós-Doc, Industrial, Consultor, Conselheiro, Palestrante, Professor e Sócio da 3S Consultoria Empresarial Familiar. Redes sociais: emiliodsneto | www.consultoria3s.com