Em Criciúma, o pré-candidato ao Governo de Santa Catarina João Rodrigues (PSD) detalhou a política habitacional que quer aplicar se for eleito em outubro. O ex-prefeito de Chapecó disse que o programa será voltado a trabalhadores com carteira assinada, com o Estado fazendo a ponte entre empresas e a fonte de financiamento.
A proposta, conforme Rodrigues, vai atender motoristas de aplicativo, mototaxistas, operários, empregadas domésticas e servidores públicos. Pelo modelo, as empresas serão credenciadas e o financiamento ficará com a Caixa Econômica Federal. O Estado pagará a entrada e o trabalhador ficará com as parcelas. “Eu fiz em Chapecó. O financiamento é via FGTS e a parcela é em torno de R$ 900 por mês. Só que o operário não tem a entrada pra pagar, porque o estado vai pagar para todo mutuário que tiver carteira assinada”, explicou. A meta é erguer 60 mil moradias em quatro anos, o que também deve gerar vagas na construção civil.
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Esta foi a terceira visita de Rodrigues ao Sul de SC desde que lançou a pré-candidatura. A agenda desta quinta-feira previa receber em Criciúma o pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), que não veio por causa do mau tempo. Participaram do encontro o deputado federal Carlos Chiodini (MDB), pré-candidato a vice na chapa, o deputado estadual Antídio Lunelli e o senador Esperidião Amin (PP), pré-candidatos ao Senado, além de dirigentes do PSD, MDB, PP e União Brasil.