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CVJ 100% Digital: Câmara de Vereadores de Joinville abandona papel e lança novo site

Foto: Divulgação/Câmara de Vereadores de Joinville

Por: Ewaldo Willerding Neto

02/07/2026 - 10:07

A partir da próxima segunda-feira (6), todos os processos da Câmara de Vereadores de Joinville tramitarão de forma digital, incluindo os documentos administrativos. A virada do “CVJ 100% Digital” será marcada pelo lançamento de um novo site, no mesmo endereço eletrônico.

Em 2020, o protocolo digital de proposições simples (indicações e moções) dispensou o uso de milhares de papeis. Nos anos seguintes, a inovação foi estendida a projetos de lei. Agora, a CVJ elimina o papel também nos processos administrativos, como para a tramitação de documentos.

Segundo o presidente da Comissão “CVJ 100% Digital”, que envolveu diretamente mais de 20 servidores, desde o início deste ano, o chefe da Divisão de Planejamento e Qualidade, Luiz Eugenio Gerent, o trabalho foi dividido em levantamento de informações, mapeamento e configuração dos processos, mapeamento e migração do portal web, validações, treinamentos e por fim, a operação assistida, que iniciará junto com o início da utilização do sistema, no dia 6.

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Para o presidente da Câmara, Diego Machado (PSD), “implantar o ‘CVJ 100% Digital’ é um passo importante na modernização da nossa instituição”. “Estamos tornando os processos mais ágeis, reduzindo custos, eliminando o uso de papel e oferecendo melhores condições para que os servidores desenvolvam seu trabalho com mais eficiência e segurança. Esse resultado é fruto de planejamento, investimento em tecnologia e do comprometimento das equipes que construíram esse projeto ao longo dos últimos meses. É uma evolução que fortalece a Câmara e beneficia toda a cidade”, afirmou Machado.

Evolução e desafios

“O projeto não termina, ele evolui para uma fase de melhoria contínua”, explica Gerent. “Seguimos ativos com o objetivo permanente de otimizar os fluxos de trabalho, eliminar redundâncias operacionais e desburocratizar processos”.

Um dos principais desafios, conta Gerent, foi mapear os processos e as espécies de documentos. “Chegamos a ultrapassar 700 espécies documentais. Para cada uma delas, mapeamos junto aos setores a quantidade e regras de assinaturas mínimas, as permissões de criação e visibilidade, fluxos, os modelos de documentos e outras informações necessárias.”

 

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Ewaldo Willerding Neto

Jornalista formado pela UFSC com 30 anos de atuação.