Evento realizado nesta quinta-feira em Florianópolis reuniu o pré-candidato do Campo Democrático de SC, Gelson Merisio, e as principais lideranças de esquerda para o lançamento do “participa.sc”, plataforma para reunir sugestões de propostas populares, com o objetivo de elaborar um plano de governo participativo. A ferramenta já está disponível para acesso, num modelo simples e de fácil uso. Ao clicar no botão “Quero participar”, o cidadão é direcionado para uma conversa no WhatsApp, onde pode enviar sua proposta. Na sequência , uma equipe técnica avalia e organiza as sugestões recebidas. Merísio, reforçou que a plataforma trará pluralidade às propostas da chapa. “Nosso objetivo é criar não uma ferramenta para campanha, mas sim uma ferramenta de governo, dialogue com novas tecnologias”. O Campo Democrático é composto pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), Federação Rede/PSOL, PSB e PDT.
Presenças
O evento de lançamento do participa.sc contou ainda com as presenças da pré-candidata a vice, Angela Albino; do pré-candidato ao senado, Afrânio Boppré, do professor Elson Pereira, da ex-ministra Ideli Salvatti, que integram o comitê responsável pela construção do plano de governo do Campo Democrático.
Sem CPI
O pedido de abertura da CPI do Caso Orelha foi rejeitado pela Procuradoria da Alesc. O deputado Rodrigo Minotto (PDT), que havia assinado o requerimento, retirou o seu apoio de última hora. Com isso, o documento retornou para 13 assinaturas, uma a menos do necessário para a instalação.
Oeste
O pré-candidato João Rodrigues (PSD) e pré-candidato a vice, Carlos Chiodini (MDB), cumprem agenda em Piratuba, Concórdia, Ponte Serrada, Faxinal dos Guedes, Xanxerê e São Miguel do Oeste nos próximos dias. Esta é a sétima agenda regional da aliança formada pelo PSD, MDB, Progressistas e União Brasil.

Foto: Divulgação/PSD
Passado
Antes do embarque para o Oeste, João Rodrigues (PSD) subiu o tom contra o governador Jorginho Mello (PL). Em vídeo nas redes sociais, lembrou o passado político do adversário: “Ele defendia a Dilma, pedia voto para ela e para o Lula “, lembrou. Para ele, a guinada se deu por conveniência, após Jair Bolsonaro ir para o PL.