Empresas familiares costumam nascer da coragem, da dedicação e da capacidade de decisão dos fundadores. Porém, muitas delas enfrentam grandes dificuldades quando chega o momento de preparar a segunda geração para assumir a liderança do negócio. O problema normalmente não está na falta de vontade dessa nova geração, mas na ausência de um processo estruturado de governança e sucessão.
Quando este processo ocorre de forma improvisada, isto é, baseado apenas na confiança familiar, os riscos aumentam significativamente. Isto porque é comum surgirem conflitos entre familiares ou entre sócios, por conta de questões de parentesco. Podem ocorrer problemas diversos por conta do desalinhamento estratégico, centralização excessiva, dificuldades de liderança, perda de controle financeiro e outros riscos que podem impactar os resultados e até a continuidade da empresa.
Por outro lado, empresas que tratam a governança e a sucessão, de forma planejada, conseguem preservar o legado construído pelos fundadores e, paralelamente, estruturam a empresa para crescer de maneira… sustentável.