Ao longo da minha vida, aprendi que nada vem fácil. Vim da roça, onde o dia começava cedo e o trabalho duro não era opção — era necessidade. Foi ali que entendi, na prática, o valor da disciplina, da persistência e da responsabilidade.
Depois, antes de empreender, fui funcionário. Comecei de baixo, aprendendo com esforço e humildade. Ainda jovem, quando me tornei pai, enfrentei o desafio de construir meu próprio caminho. Empreendi do zero em um país que, muitas vezes, parece punir quem produz. Com muito trabalho, ao lado da minha família, construí uma trajetória empresarial baseada na geração de empregos, no respeito às pessoas e na crença de que é possível crescer fazendo o certo.
Na vida pública, como prefeito de Jaraguá do Sul, tive a oportunidade de provar que gestão eficiente não é discurso — é prática. Assumi a cidade em um momento delicado, reflexo da crise econômica que abalou o Brasil nos anos anteriores. Com responsabilidade fiscal, foco em resultados e respeito ao dinheiro do contribuinte, transformamos Jaraguá em referência de eficiência, qualidade de vida e equilíbrio das contas públicas. Reduzimos custos, melhoramos serviços, aceleramos obras e mostramos que o poder público pode — e deve — funcionar melhor. Ganhamos o título de melhor administração pública e de Cidade Mais Segura do Brasil.
Hoje, como deputado estadual, sigo defendendo esses mesmos princípios. Mas o Brasil exige mais. E Santa Catarina exige mais. O país precisa de menos discursos vazios e mais gente disposta a entregar resultados concretos.
É por isso que coloco meu nome como pré-candidato ao Senado pelo MDB, um partido que participou dos grandes momentos da história catarinense e ajudou a construir a força do nosso estado.
Sou um catarinense a serviço de Santa Catarina. Um colono, um trabalhador, um empresário e um gestor público testado — pronto para ajudar a tirar do papel as mudanças que o Brasil precisa.
Assumo esse desafio com um compromisso claro: valorizar quem trabalha, quem empreende, quem produz. O Brasil não pode continuar sufocando sua gente com uma carga tributária excessiva, burocracia asfixiante e insegurança jurídica. Precisamos reduzir o peso dos impostos sobre quem gera riqueza e empregos, criando um ambiente mais justo, competitivo e favorável ao crescimento.
Também é fundamental fortalecer o mercado de trabalho formal, garantindo mais dignidade ao trabalhador e menos obstáculos para quem empreende. Quando o Estado pesa demais, quem paga a conta é sempre a sociedade.
Outro ponto essencial é o fortalecimento dos setores que sustentam a economia brasileira. O agro é um exemplo claro: eficiente, inovador e estratégico. Defender o agro é defender o Brasil real — aquele que trabalha, produz e move a economia todos os dias.
Mas há reformas que não podem mais ser adiadas.
Entre elas, a reforma do Judiciário. É necessário estabelecer limites, garantir previsibilidade e reequilibrar a relação entre os Poderes. Defendo o debate sobre mandato para ministros do Supremo Tribunal Federal, o fim de privilégios no alto escalão e mais transparência nas decisões que impactam diretamente a vida dos brasileiros. Instituições fortes não são aquelas sem limites — são aquelas que respeitam regras claras.
O Brasil precisa resgatar a segurança jurídica, a estabilidade e a confiança. Sem isso, não há investimento. Sem investimento, não há crescimento. E sem crescimento, não há futuro.
Minha trajetória sempre foi feita de desafios. Nunca fugi deles. Pelo contrário: foi enfrentando dificuldades que construí minha história. E é com esse mesmo espírito — de coragem, trabalho e persistência — que sigo em frente.
Acredito em um Brasil mais eficiente, mais justo e com mais oportunidades. Um país onde o Estado seja parceiro, e não obstáculo. Onde os serviços públicos funcionem de verdade. Onde o esforço de quem trabalha seja respeitado.
Esse é o Brasil que eu acredito. Esse é o Brasil que eu quero ajudar a construir.
E é por isso que sigo, mais uma vez, pronto para o desafio. Porque quem tem coragem, disposição e fé não foge da luta.