As últimas declarações do pré-candidato do Novo à presidência da República, Romeu Zema, não estão atingindo apenas Flávio Bolsonaro, seu rival na disputa, pelo PL. As críticas feitas após o vazamento dos áudios que revelaram uma relação nebulosa com o banqueiro Daniel Vorcaro colocam em xeque as relações dos dois partidos nos estados. Em Minas Gerais, terra do Zema, a parceria está estremecida. Em SC, a executiva estadual quer uma conversa direta para definir um novo alinhamento, que não interfira na parceria Jorginho Mello-Adriano Silva, considerada por muitos como imbatível. A executiva estadual garante que a dupla “caminha na mesma direção, com responsabilidade, maturidade política e foco no que é melhor para o estado”. O entendimento é pela união da direita, com o foco central que é “tirar a esquerda do poder em nível nacional para um caminho que volte a melhorar a vida dos brasileiros”. Uma reunião entre o comando do Novo-SC e Zema deve acontecer no dia 4 de julho, data do encontro estadual do partido, em Joinville.
Fecam
Com o objetivo de transformar previsões meteorológicas em ações práticas capazes de salvar vidas, a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) realiza, nos dias 2 e 3 de junho de 2026, o Fórum de Proteção e Defesa Civil. O encontro ocorre na Arena Multiuso Prefeito Estêner Soratto da Silva, em Tubarão.
Kássio em SC
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, participará do 91º Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (COPTREL), que acontecerá em Florianópolis, de 10 a 12 de junho. A última edição do evento antes das Eleições 2026 é organizada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC).
Marqueteiro
O jornalista gaúcho radicado em Florianópolis, Alexandre Oltramari, que assumiu a função de coordenador de comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, foi o marqueteiro da campanha à reeleição do ex-governador Carlos Moisés da Silva, derrotado no primeiro turno.
Verde-oliva

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Na época, Oltramari sugeriu que Moisés passasse a usar um casaco verde-oliva, lembrando a cor do Exército, com intenção de resgatar a imagem de “comandante” que Moisés adotou na sua campanha ao governo, quando foi eleito na onda Bolsonaro. Porém, a iniciativa não deu muito certo. Os adversários se apressaram em taxar Moisés de “Zelensky Paraguaio”.