Acostumado a conduzir jovens atletas ao pódio no atletismo, o técnico jaraguaense Ezequiel Emerson Wagner agora enfrenta a prova mais difícil da própria vida e longe das pistas.
Referência na formação de talentos e integrante da comissão técnica da seleção brasileira de base, o treinador trava uma batalha contra um câncer raríssimo e agressivo: o sarcoma epitelioide. Sem protocolo de tratamento definido e com baixa resposta à quimioterapia e radioterapia, a doença exige alternativas complexas e extremamente caras.
No ano passado, o treinador passou por uma cirurgia extensa no antebraço para retirada de um tumor. Mas o câncer voltou de forma ainda mais agressiva. Hoje, Ezequiel enfrenta metástases no pescoço, no cotovelo e no músculo flexor dos dedos.
Diante do avanço da doença, os médicos avaliam três possibilidades: amputação, cirurgia conservadora ou imunoterapia. A esperança mais imediata está no tratamento imunoterápico, porém, o custo é um obstáculo quase impossível de enfrentar sozinho. Cada dose do medicamento custa cerca de R$ 63 mil, e ele necessita de pelo menos duas aplicações iniciais para avaliar a eficácia.
Após essa etapa, o técnico pretende realizar uma cirurgia com um especialista renomado em Curitiba (PR), procedimento que pode chegar a R$ 300 mil.
“Esse é um câncer que evolui de dois a cinco anos, que progride rápido. Os médicos não falam na palavra cura, mas em sobrevida. Então a ideia é atrasar o máximo esse tumor e evitar que ele saia do braço e acabe atingindo o pulmão, que é o caminho natural dele”, relata.
Conhecido por transformar a vida de muitos jovens na cidade, Ezequiel agora depende da solidariedade da comunidade para continuar lutando contra a doença.
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