Por Heloisa Helena Ristow
Interina
Blumenau já entrou no roteiro de um dos concursos gastronômicos mais tradicionais do país. Desde o dia 10, a cidade recebe mais uma edição do Comida di Buteco, reunindo 16 estabelecimentos na disputa pelo título de melhor buteco local. Até 3 de maio, o público pode participar visitando os bares, provando os petiscos criados especialmente para a competição e registrando seu voto. A avaliação dos clientes tem peso de 50% no resultado final, dividida com a nota dos jurados convidados, e considera critérios como atendimento, temperatura da bebida, higiene e petisco, sendo este último responsável por 70% da pontuação. Com pratos a preço fixo de R$ 40, o concurso movimenta o setor, valoriza negócios familiares e incentiva a circulação por diferentes bairros, fortalecendo a cena gastronômica da cidade.
Fecarroz 2026 já movimenta economia e turismo em Massaranduba
Massaranduba já vive o clima da Fecarroz 2026, que começou nesta quarta-feira (29) e segue até o dia 3 de maio, com expectativa de atrair cerca de 100 mil visitantes ao longo da programação. Com entrada gratuita, o evento já impulsiona diferentes setores da economia local e regional, refletindo no aumento do movimento em comércios, restaurantes, serviços e na rede de hospedagem. Consolidada como uma das mais tradicionais festas do Norte Catarinense, a feira reúne cerca de 150 expositores e empresas, além de funcionar como um ambiente estratégico para geração de negócios e conexões. A estimativa da organização é de que a movimentação econômica ultrapasse R$ 30 milhões, reforçando também o impacto positivo no turismo regional. Com programação que inclui exposições multissetoriais, gastronomia, atrações culturais e shows, a Fecarroz reafirma seu papel como vitrine de desenvolvimento e importante motor econômico para o município. Mais informações estão disponíveis no site oficial (www.fecarroz.com.br) e no Instagram (@fecarroz ).
Queda do dólar reacende debate sobre investimentos no exterior
A recente desvalorização do dólar frente ao real tem levado investidores a reavaliar a exposição internacional, mas especialistas reforçam que o câmbio não deve guiar decisões estratégicas. Para a Warren Investimentos, a diversificação global está mais ligada à redução de riscos e ao acesso a oportunidades fora do Brasil do que a movimentos pontuais da moeda. “A dolarização da carteira não é uma decisão de curto prazo. Ela tem como objetivo reduzir riscos e ampliar o acesso a oportunidades fora do Brasil”, destaca Kethlyn Breis. Em um cenário de oscilações cambiais, a orientação é manter foco no longo prazo e em uma carteira equilibrada, já que a exposição a mercados internacionais ajuda a diminuir a dependência de fatores locais e amplia o leque de investimentos. Nesse contexto, momentos de queda do dólar podem, inclusive, abrir espaço para quem deseja iniciar ou ampliar sua presença no exterior, sempre alinhado ao perfil e aos objetivos financeiros.