A casa do Palmeiras pode passar por uma mudança em seus naming rights. Conhecido desde a inauguração como Allianz Parque, o estádio está no radar do Nubank, que negocia assumir a propriedade do nome.
As conversas vêm sendo conduzidas diretamente com a WTorre, responsável pela construção e administração da arena. A empresa não confirma oficialmente as tratativas, mas há indicativos de avanços nas negociações.
Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, a proposta envolve um contrato de aproximadamente 10 milhões de dólares por ano (cerca de R$ 51 milhões), com vigência até 2044 — prazo que coincide com o término da parceria entre a WTorre e o clube paulista.
O valor representa um salto significativo em relação ao acordo atual com a Allianz, firmado há 12 anos. À época, o contrato previa cerca de R$ 300 milhões ao longo de 20 anos, com pagamento anual de R$ 15 milhões — montante que, mesmo corrigido pela inflação e hoje estimado acima de R$ 25 milhões, é considerado defasado diante do mercado atual.
Para que a mudança seja concretizada, no entanto, será necessário um entendimento com a Allianz, já que o contrato vigente segue até 2034. A eventual rescisão antecipada é um dos pontos centrais da negociação.
O Palmeiras não participa diretamente das tratativas comerciais envolvendo os naming rights do estádio. Ainda assim, o clube é impactado financeiramente: pelo acordo com a WTorre, o Verdão recebe atualmente 15% das receitas relacionadas à propriedade do nome da arena — percentual que pode aumentar em valor absoluto caso o novo contrato seja firmado.
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