Diante de suas impotências, o ser humano criou as religiões. Essa criação visou à paz das multidões e ao “dinheirismo” para os seus criadores… Com essa invenção, os humanos fracos passaram a ir para a cama mais calmos, afinal, suas fraquezas e sofrimentos vinham de um deus, era como que uma conta que precisava ser paga. E a partir dessa “criação humana”, até hoje multidões vivem se enganando e sendo enganados. Se essa invenção dos espertalhões, as religiões, fosse verdadeira, nossos tropeços na vida teriam uma explicação fora de nós, mas… Não é assim. Nós criamos a nossa história. Existe no Universo uma lei ainda muito ignorada, a Lei da Atração. O que pensamos, mais do tempo, o que tememos, o que desejamos – dependendo do modo de desejar – atraímos. A Lei da Atração está dentro de nós e ela nos faz lembrar da palavra “sorte”. A sorte, para a maioria, vem do escuro, a sorte nos sorri e pronto, tudo explicado. Será? Será que alguém ganha na Mega-Sena sem uma prévia aposta ou intuição? – “Ah, Prates, mas o cara aposta junto com outros milhões que fazem a mesma aposta, então, é sorte sim”! Nesse caso, a sorte está dentro de outra lei: a “Teoria da Probabilidade”, que é um “jogo” matemático que nos garante ser premiado depois de tantas e tantas vezes. A possibilidade é matemática, então a questão não se alicerça na sorte, mas no estar no jogo… Uma pessoa casa e o casamento vira um incêndio… Foi azar? Não, não foi, foi uma “cegueira” emocional que levou a pessoa aos incômodos pelos quais ela vive hoje. Um outro pegou todo o dinheiro da poupança e investiu num empreendimento que lhe foi recomendado por um amigo. Perdeu tudo. Foi azar? Não, foi burrice, isso sim. A sorte não nos vem de graça, é preciso, no mínimo, bons pensamentos, contínuos bons pensamos. E esses pensamentos se vão confundir com a Lei da Atração. Já ouvi muitas pessoas me dizer: – Ah, Prates, não tenho sorte, nunca tive”. E aí você ouve um pouco mais a pessoa e entende por que ela não costuma ter sorte… Paremos de chorar falsas lágrimas. Ações e credo contínuos nos positivos nos aproximam da sorte, a sorte que começa com boas ações.
NEGAÇÕES
Ainda não ouvi falar, este ano, de Farra do Boi ou de Rodeios. Esses dois “eventos” refletem a cara de muitos que andam por aí e não deviam ter nascido. Farra do Boi, em Florianópolis, maltrata, faz sofrer os animaizinhos indefesos e tudo pela “celebração da páscoa”. Hipócritas. E o que digo das “farras” vale para os rodeios, onde os entupidos da cabeça acham que é esporte. Domem os livros, isso sim…
ENGANAÇÃO
Um amigo me mandou imagens minhas passeando em Paris. Eu alegre, provocando invejas, mas… Não era eu, tudo montagem, dessas montagens que hoje são possíveis e mais “reais” que a realidade. Os ditos espertos se defendem dizendo que só os trouxas e os idosos caem nessas frias. Cuidado, há jovens bem “espertos” caindo nesse poço. É por isso que vivo pregando, duvidemos até da imagem que vemos no espelho do banheiro. Muitas vezes vemos o que não é…
FALTA DIZER
Encontrei um velho amigo, aposentado. Ao encontrá-lo, perguntei: – “E aí, aposentado, sossegaste o facho”? Ele me ouviu e nem piscou: – “Parei por uns meses, Prates, mas quase enlouqueci. E aí, voltei a procurar por um novo trabalho. Agora estou bem”. Eu acho que ele me “ouve” aqui no jornal…