Uma das questões mais intrigantes do Fórum Econômico Mundial 2026, em Davôs, na Suíça, foi a de “como destravar novas formas de crescimento e como melhorar o investimento em pessoas”, algo bem significativo, pois num mundo onde se supervaloriza a inovação, há que se continuar entendendo que empresas só se sustentam quando as pessoas estão no centro de tudo.
E não se trata meramente de oferecer capacitação ou benefícios, mas de criar, em parceria com a IA, ambientes favoráveis, reconhecer talentos, dar margem para errar e espaço para crescer.
Enfim, comparativamente, ainda que num jogo de xadrez, máquinas já jogam melhor do que pessoas, talvez seja o momento de valorizar menos o resultado da partida e mais as qualidades essencialmente humanas envolvidas no jogo, como o pensamento crítico, o julgamento ético e a capacidade de antecipar consequências.
Em resumo, o investimento em pessoas continuará sendo um verdadeiro propulsor e garantidor… da inovação.