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Ser alguém

Por: Luiz Carlos Prates

03/02/2026 - 07:02

Todos queremos ser alguém, alguém diferente e para melhor. Não nascemos para as igualdades, nascemos para as desigualdades. Admitamos ou não. Se tivermos liberdade e força para subir a montanha da vida, vamos subir, vamos até o topo para colher os frutos. Várias são as desculpas para ficarmos no chão, para não subirmos essa montanha, a da vida. Mas que queremos, queremos. Acabei de ler uma manchete da BBC de Londres que me irritou, me irritou porque os atores dessa manchete se acham os tais, coitados, não passam de uns bobocas. A manchete diz que – “A Geração Z está perdendo uma habilidade que a humanidade possui há 5.500 anos, 40% não são fluentes em comunicação”. Dito de outro modo, os tais “jovens” da Geração Z (caras nascidos entre os anos de 1997 e 2010) não sabem falar de modo “mais ou menos” correto, não sabem ler e interpretar textos e ao escrever rabiscam… Motivo? Muitos dizem que é o efeito do celular na palma da mão o dia todo, outros dizem que tudo resulta das facilidades eletrônicas, tipo Inteligência Artificial e por aí… Discordo. A base do problema é a vadiagem, acomodação e falta de propósito na vida. Só um parvo muito aéreo para não saber que só vamos ter reconhecimentos sociais, respeito e invejas se tivermos uma cabeça arejada, rica, bem nutrida por conhecimentos acumulados, num propósito contínuo. É o único modo de chegarmos ao topo da montanha do convívio social. Com cabeça rica seremos ouvidos, teremos o que dizer, saberemos dizer e não vamos ficar esperando aprovação dos outros, a aprovação está dentro de nós. E não é de hoje que muitos ficam pelo caminho achando que nome de família, títulos universitários, dinheiro no banco ou coisas parecidas nos vão elevar e fazer diferentes. A materialidade desses bens pode provocar falsas admirações e respeito, mas… A riqueza que mexe com todos os que nos cercam está (ou não está) dentro da nossa cabeça. Dito de outro modo, que ninguém use de desculpas para se justificar como um nada, a razão de ser um nada está na preguiça de não investir na cabeça, nos conhecimentos. É fácil (fácil?) ser diferente da maioria, basta vontade, disciplina e constância em… Enriquecer a cabeça, e assim sairemos da fila das maiorias e seremos alguém. Alguém bem diferente…

MULHERES

Muito raro um programa na televisão com carimbos femininos, programa produzido e apresentado por uma mulher e só com mulheres entrevistadas. Pois esse “milagre” existe, é um programa aos sábados à tarde, 16h, na RecordNews. O programa se chama “Mulheres Positivas”, apresentado pela Fabi Saad, jovem, linda e inteligentíssima. O programa ouve mulheres extremamente bem-sucedidas, e passa lições. Mulheres, dêem uma olhada.

ATALHOS

Fico tiririca da vida com os que querem chegar ao sucesso na vida pelos atalhos. Não existem atalhos para conseguir bons resultados. Gente, por exemplo, que quer perder peso, mas não se cuida ao comer, beber, que não faz exercícios e quer perder peso com “canetas emagrecedoras”. Vão é lascar a saúde. Adotar uma severa disciplina à mesa, com as bebidas e colocar o corpo em exercícios “todos” os dias, aí sim, vão chegar ao “sucesso”. O mais são atalhos que podem ser mortais. Canetas que emagrecem? Que “ingenuidade”!

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FALTA DIZER

Vou me repetir, de tempos em tempos eu volto ao ponto. Peço que os pais sejam inteligentes (o que é muito raro) e não dêem bonecas para as filhas meninas. Ou então que também dêem bonecas aos guris. Chega de condicionamentos desastrosos às pobrezinhas indefesas…

 

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.