Saí para dar um passeio pela Av. Beira-Mar, em Florianópolis. Raramente faço isso. Andei de uma ponta à outra, encontrando pessoas pela primeira vez e muitíssimas outras reencontrando-as. Até aqui nada de novo. Ocorre que antes de sair de casa li os meus jornais do dia, quatro. Num deles li um matéria interessante que me fez pensar na maior mentira que já foi contada à Humanidade. Não, dessa feita não foi mentira religiosa, foi mentira tecnológica. Falo da ida dos americanos à lua. Hoje se sabe sem discussões: nunca chegaram à Lua, não com pessoas caminhando no solo lunar, tudo uma safada mentira do tempo em que mentiras desse tipo eram engolidas. A notícia que li dizia – “O porta-voz do Programa Espacial Tripulado da China afirmou que o país – que busca se tornar líder na exploração espacial – está no caminho certo para pousar na Lua até 2030”. Veja bem, se os chineses, com toda suas tecnologias de hoje, só acham provável chegar à Lua em 2030, como os americanos fizeram essa chegada em 1969? Chegaram à Lua e de lá falavam por telefone com a Terra… Por favor, hoje se sabe da eloqüente mentira. E antes de dizer do que me traz à conversa, os chineses estão agora no espaço, estudando os efeitos da gravidade sobre seres vivos, com ratos, e… As conseqüências físicas e mentais do “confinamento”. E era aqui que eu queria chegar. Todos nós temos que fugir do confinamento. No passeio que dei pela Av. Beira-Mar, como disse, encontrei e reencontrei pessoas. Muitas já com idade avançada. Uma dessas pessoas, um cidadão na faixa dos 70, falando sobre questões típicas dos adiantados da vida, me contou que ele fugiu da solidão, do “confinamento” em casa criando um jornal na cidade dele. Isso mesmo, um jornal. E ele me disse, cheio de vigor e felicidade, que nunca trabalhou tanto como hoje, mas também raramente foi tão feliz. É o que vivo dizendo, não podemos pensar em aposentadoria na vida, tenhamos a idade que tivermos. Mexer o corpo, cutucar a memória, fustigar o cérebro é não se entregar à preguiça, ao comodismo. Ter um propósito, uma missão é azeitar a vida para uma vida sem ruídos nem queixumes, mas uma vida cheia de ter o que fazer. O passeio valeu. Bah!
PSICOLOGIA
Num documentário da RecordNew, domingo passado, DOC-Investigação – a repórter entrevistou um sujeito, preso, condenado a muitos anos de cadeia por ter matado cinco mulheres. Simplesmente matava. Durante o programa a informação de que ele é muito “procurado”, por cartas e todo tipo de comunicação vindos de… Mulheres. Nada de novo. Nos presídios americanos, os piores bandidos são os mais “queridos” por multidões de mulheres. Jesus amado!
SELEÇÃO
Estudos antigos, pelo mundo e aqui entre nós, revelam uma obviedade. É o seguinte: famílias bem pobres e com dois filhos, um guri e uma menina. Dinheiro, possibilidades de mandar apenas um para o colégio. Quem é o escolhido, quem é o “premiado”? Os guris, sempre. Fora disso, é hipocrisia de muitos, as famílias “investem”, disfarçadamente ou não, nos guris muito mais que nas meninas. Mas são “elas” que vão socorrer os pais ordinários na velhice. Pais “cio”, esperem…!
FALTA DIZER
Pesquisas internacionais garantem que nenhum remédio, nenhuma droga, altera o caráter de uma pessoa, seus valores morais. Os “transtornos” surgidos sob efeito de remédios ou drogas nada mais são que desejos, verdades de caráter do sujeito que se quer passar por inocente. De outro modo, o médico também seria culpado. Desculpas frias? Ferro.