A WEG encerrou o segundo trimestre de 2025 com resultados robustos e uma expansão consistente no mercado internacional, reafirmando sua posição como uma das principais indústrias brasileiras. Com receita de R$ 10,2 bilhões e margem EBITDA de 22,1%, a empresa demonstrou força em segmentos estratégicos, como Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais e Tintas e Vernizes. De acordo com análise dos especialistas da Warren Investimentos, a companhia, conhecida como uma das queridinhas da Bolsa de Valores, segue entregando alto retorno sobre o capital investido (32,9%) e mantém o equilíbrio entre inovação, gestão eficiente e disciplina financeira, pilares que garantem sua competitividade global mesmo em um cenário desafiador como o atual.
Joinville inova com laboratório voltado à indústria 4.0
O Norte de Santa Catarina dá um passo importante rumo à neoindustrialização e ao avanço tecnológico. Nesta quinta-feira (31) será inaugurado em Joinville o laboratório Multicyber, no UniSenai Campus Joinville. A iniciativa foi viabilizada com recursos de R$ 2,5 milhões do Governo do Estado, por meio do edital Programa MultiLab SC, da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O laboratório é voltado ao desenvolvimento de sistemas ciberfísicos e tecnologias da Indústria 4.0, como Gêmeos Digitais, IA, IoT e Robótica. Está inserido em um polo que mantém conexões internacionais estratégicas para colaborações e intercâmbios de conhecimento.
Indústria de eletrodomésticos garante crédito presumido de ICMS até 2027 em SC
Fabricantes de eletrodomésticos em Santa Catarina terão direito a crédito presumido de ICMS até 2027, graças à aprovação do Projeto de Lei nº 414/2025, aprimorado na Assembleia Legislativa com apoio da Fiesc. O incentivo, de 2,5% nas saídas interestaduais tributadas a 12%, inclui agora novos produtos como ventiladores, climatizadores, fornos, tanquinhos e máquinas de lavar de até 18kg. A exigência de investimento mínimo e localização próxima a instituições federais, prevista no texto original, foi retirada após articulação da Fiesc, evitando restrições ao desenvolvimento industrial em regiões já consolidadas. A medida busca equiparar Santa Catarina aos benefícios concedidos pelo Paraná e fortalecer a competitividade do setor.